Por que a mão inglesa ainda é adotada em 76 países

Em 76 países ao redor do mundo, os veículos são fabricados e conduzidos com o volante no lado direito, uma configuração conhecida como “mão inglesa”. Para muitos motoristas brasileiros, essa disposição parece ser o espelho do que é comum no Brasil, onde o volante fica à esquerda. A escolha por esse padrão é resultado de fatores históricos e de argumentos relacionados à segurança, segundo a reportagem.

O fenômeno não se restringe a um único continente: nações em diferentes regiões mantêm a prática da mão inglesa como norma em suas vias. Essa padronização impacta aspectos práticos do trânsito cotidiano, como a posição do condutor em relação ao fluxo de veículos e a configuração dos painéis e espelhos dos automóveis.

A explicação para a persistência do volante do lado direito passa por elementos que envolvem tanto a origem histórica dessa tradição quanto considerações de segurança veicular. A matéria aponta que esses dois vetores — história e segurança — ajudam a entender por que a mão inglesa permaneceu institucionalizada em dezenas de países, apesar de alterações tecnológicas e de infraestrutura ao longo do tempo.

Para os motoristas que se deslocam entre países com padrões diferentes, a adoção do volante do lado direito representa mudanças práticas na experiência de dirigir. As diferenças na sinalização, no desenho das vias e na orientação visual exigem adaptação por parte de quem troca temporariamente de sistema de direção.

A manutenção dessa norma em 76 nações reflete também decisões legislativas e culturais que consolidaram o modelo ao longo dos anos. Assim, a escolha não é apenas técnica, mas envolve tradições, normas e prioridades locais relacionadas à mobilidade e à segurança viária.

Imagem: Divulgação

Em suma, a presença do volante no lado direito em vários países é explicada pela combinação de fatores históricos e por argumentos que apontam para a segurança, tornando a mão inglesa um padrão vigente em muitos sistemas de trânsito ao redor do mundo.





Com informações de Clickpetroleoegas