Desempenho em 2025
Itajaí, em Santa Catarina, assumiu a primeira posição no ranking de municípios brasileiros por valor de importações em 2025, totalizando US$ 16,3 bilhões em mercadorias vindas do exterior. O montante representa alta de 2,6% em relação a 2024, conforme dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC/ComexStat), e supera o resultado de Manaus, concorrente direto no segmento logístico.
Infraestrutura e integração modal
O avanço de Itajaí reflete o protagonismo dos grandes complexos portuários nacionais na cadeia de abastecimento, sobretudo aqueles com forte atuação em contêineres e conexão com modais terrestres. Além de Itajaí, portos como Santos (SP), Paranaguá (PR), Itapoá e Navegantes (SC) seguem concentrando fluxos de insumos industriais, bens de consumo e equipamentos, mantendo elevado ritmo operacional e garantindo regularidade nos embarques e desembarques.
Base econômica diversificada
O município conta ainda com atividades economicamente complementares, que vão da logística e serviços especializados ao comércio exterior e turismo náutico. Essa diversidade fortalece a resiliência local e consolida Itajaí como um importante hub de distribuição, atraindo investimentos e instalando empresas ligadas à cadeia portuária.
Reflexos no mercado imobiliário
O desempenho portuário também impactou o mercado imobiliário de Itajaí. Em 2025, foram comercializadas 1.475 unidades residenciais, totalizando aproximadamente R$ 2 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV), segundo plataforma DWV. O crescimento das operações no porto gerou incremento na oferta de empregos e dinamização do setor de serviços.
Para Erivelto Saes, CEO da Saes Empreendimentos, “o porto é o principal pilar da economia local, estimulando a chegada de novas empresas e ampliando as operações logísticas. Esse ciclo eleva a demanda por moradia e valoriza os imóveis, impulsionando o desenvolvimento urbano.”
Imagem: Divulgação
Projetos residenciais estratégicos
Entre os empreendimentos recentes está o Arbo 1755, da Saes Empreendimentos, situado na Rua Heitor Liberato, próximo a universidades, áreas industriais, pontos turísticos e à zona portuária. O projeto oferece plantas de um ou dois dormitórios, com metragens que variam de 62 a 76 m², além de espaços comuns como coworking, academia, áreas gourmet e rooftop. O edifício incorpora soluções sustentáveis, como reaproveitamento de água da chuva e iluminação em LED.
De acordo com Saes, a força da economia local mantém o mercado de locação aquecido, reduzindo a vacância. “Imóveis bem localizados, com plantas funcionais e serviços integrados, atraem tanto moradores que desejam proximidade ao trabalho quanto investidores em busca de liquidez e retorno no longo prazo”, afirma.
Com informações de Brazileconomy

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6