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Pesquisadores da Universidade da Colúmbia Britânica (UBC) e de instituições na China anunciaram em fevereiro de 2026 um avanço que aproxima a ciência da criação de um rim “universal”, capaz de ser transplantado em pacientes de qualquer tipo sanguíneo.
Objetivo e contexto
A fila de espera por transplantes ainda é um grande desafio, especialmente para pacientes com sangue tipo O, que podem aguardar até quatro anos mais que outros grupos. A técnica proposta busca eliminar essa barreira ao alterar o órgão antes da cirurgia, em vez de tratar o receptor.
Metodologia
Em estudo publicado na Nature Biomedical Engineering, os cientistas usaram enzimas para “maquiar” o rim, removendo antígenos da superfície celular que definem o tipo sanguíneo como A. O processo foi ilustrado em vídeo divulgado no canal oficial da UBC no YouTube e em perfis institucionais no Instagram.
Resultados do experimento
O rim modificado foi testado em um paciente com morte cerebral e funcionou sem rejeição por dois dias. No terceiro dia, os marcadores do tipo A reapareceram, provocando uma resposta imunológica moderada, mas ainda inferior à rejeição hiperaguda típica.
Imagem: Divulgação
Impacto e próximos passos
Essa inovação pode reduzir o tempo de espera e os custos dos transplantes, permitindo o uso de rins de doadores falecidos de forma mais rápida e segura. Ainda são necessários novos testes e aprovações regulatórias antes da aplicação em rotina hospitalar.
Para mais detalhes sobre esta pesquisa, acesse a matéria original: Pesquisa deixa ciência mais perto de criar rim ‘universal’.

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6