O reajuste do salário mínimo e dos benefícios previdenciários para 2026 também impacta o valor das contribuições ao INSS dos trabalhadores com carteira assinada na iniciativa privada. Com base nos novos patamares, quem mantiver o mesmo salário de 2025 deve observar desconto um pouco menor até o próximo aumento salarial.
Alíquotas de contribuição em 2026
As faixas de desconto passam a ser:
- 7,5% para salários até R$ 1.621,00;
- 9% para rendimentos de R$ 1.621,01 a R$ 2.902,84;
- 12% para valores entre R$ 2.902,85 e R$ 4.354,27;
- 14% para salários de R$ 4.354,28 até o teto de R$ 8.475,55.
Para empregados e autônomos que contribuem de forma avulsa ou voluntária, o desconto máximo também será de 14% sobre o teto previdenciário de R$ 8.475,55, mesmo que o rendimento ultrapasse esse valor.
Regime próprio de servidores federais
Servidores públicos federais que aderiram ao Funpresp podem contribuir acima do teto do INSS. Esse regime complementar foi criado em 2013 para profissionais da União com salários superiores ao limite de R$ 8.475,55 do Regime Geral de Previdência Social (RGPS).
Simulações de desconto
De acordo com cálculos do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), realizados a pedido de IstoÉ Dinheiro, as reduções em relação a 2025 ficam assim:
- Salários de R$ 2.000: desconto R$ 1,54 menor;
- Rendimentos de R$ 3.000 e R$ 4.000: redução de R$ 4,81;
- Faixas de R$ 6.000, R$ 7.000 e R$ 8.000: economia de R$ 8,08.
Esses valores consideram o salário base de contribuição até o teto do INSS e serão descontados automaticamente na folha dos empregados. Para contribuintes individuais e facultativos, o recolhimento segue a mesma aplicação de alíquotas sobre o salário de contribuição.
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Pagamento e vigência
Os novos percentuais valem para os vencimentos de janeiro de 2026 e serão recolhidos em fevereiro, já que a contribuição previdenciária é debitada referente ao mês anterior. A tabela de descontos abrange desde o salário mínimo de R$ 1.621,00 até o teto de R$ 8.475,55, com valor fixo de contribuição acima desse limite.
As mudanças visam manter o equilíbrio do sistema previdenciário e acompanham o reajuste dos benefícios sociais, oferecendo alívio temporário para quem não teve alteração salarial até o próximo reajuste.
Com informações de Borainvestir.b3

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6