Doja Cat saiu em defesa de Chappell Roan após o episódio em que a cantora pop confrontou paparazzi em Paris, gravação que viralizou nas redes sociais. Em um vídeo publicado no TikTok, a artista comentou o ocorrido e mencionou seu diagnóstico de transtorno de personalidade limítrofe (borderline).

No vídeo, Doja Cat elogiou a forma como Roan demonstrou desconforto ao ser pressionada por fotógrafos e pessoas próximas, ressaltando que a cantora soube se proteger e falar com sinceridade. A artista destacou que Roan deixou claro seu limite sem agredir ninguém, o que, segundo Doja, prova que é possível expressar incômodo sem ferir outras pessoas.

Doja Cat também comentou sobre a relação entre famosos e paparazzi, dizendo que adotar uma postura indiferente em relação aos agentes que perseguem celebridades costuma ser a melhor reação. Ela explicou o funcionamento de um mercado paralelo ligado a esses profissionais: pessoas que fingem ser fãs pedem autógrafos e depois revendem objetos ou assinaturas, o que, na visão da cantora, contribui para o desconforto dos artistas. Doja ressaltou que, muitas vezes, músicos não ignoram o público por arrogância, mas por se protegerem desse tipo de exploração.

No encerramento do vídeo, ela pediu que se permitisse a Roan demonstrar sua atitude e afirmou que o incidente serviu de inspiração pessoal: pretende adotar postura semelhante no futuro.

Além de Doja Cat, outras figuras públicas também manifestaram apoio a Chappell Roan após a repercussão das imagens. No início da semana, o compositor Noah Kahan publicou uma mensagem nas redes sociais defendendo a cantora, criticando quem perseguiu Roan e classificando algumas dessas pessoas como aproveitadores que se passam por fãs.

Imagem: Getty

O episódio chamou atenção nas redes e reacendeu debate sobre limites, privacidade e a atuação de paparazzi e cambistas em eventos públicos, especialmente quando artistas afirmam desconforto diante de abordagens invasivas.

Com informações de Rollingstone