O Festival PCD – Pinta, Canta e Dança retorna a São Paulo entre os dias 24 e 28 de março, ocupando o Complexo Cultural Oswald de Andrade. A semana de atividades, gratuita, é dedicada à formação artística e à experimentação criativa voltadas a pessoas com deficiência, com oficinas, mostra de cinema e apresentações culturais.
Protagonismo e acessibilidade
Organizado pelo Instituto Movimento Cidade, o festival se destaca por ser planejado e executado majoritariamente por profissionais com deficiência, com o objetivo de incorporar a acessibilidade como elemento estrutural da programação. A proposta busca assegurar espaço de expressão e autonomia para diferentes corpos e linguagens artísticas.
Oficinas e Mostra de Cinema
As ações formativas ocorrem em três eixos principais: Corpo em Movimento, dedicada à expressão corporal, consciência e improvisação; Mural do Silêncio: Cores que Falam, voltada à produção coletiva em artes visuais; e Som e Sensação, oficina musical que explora ritmo e percepção sonora. Paralelamente, a Mostra de Cinema Outros Sentidos, com curadoria de Daniel Gonçalves, exibe títulos como Nem a Cores (Gabriela Bagrichevsky Callado), Assexybilidade (Daniel Gonçalves), Deffuturismo 03 (João Paulo Lima) e Seliberation #3 (Estela Lapponi). As sessões da mostra acontecem às 18h30 (Brasília UTC-3).
Conexão com o mercado de trabalho
Além das atividades artísticas, o Festival PCD mantém um banco de talentos e currículos exclusivo para profissionais com deficiência. A iniciativa visa facilitar o contato entre candidatos de diferentes regiões do país e oportunidades no setor cultural e em empresas parceiras, promovendo inclusão no mercado de trabalho.
Serviço
Local: Complexo Cultural Oswald de Andrade (Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro, São Paulo/SP).
Horário: 9h às 19h | Entrada Gratuita.
Imagem: Divulgação
Dentre os destaques da programação, de 24 a 26 de março ocorrem as oficinas pela manhã e à tarde, com a Mostra de Cinema às 18h30 (Brasília UTC-3). No 27 de março haverá a conclusão das formações e entrega de certificados. O encerramento, no 28 de março, começa às 11h e reúne apresentações dos trabalhos vivenciados nas oficinas, um bate-papo com Daniel Gonçalves e shows de Luiz Amorim e TG DIFF.
O festival é realizado pelo Instituto Movimento Cidade em parceria com o Ministério da Cultura, contando com patrocínio da Lubrizol e Decolores via Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Com informações de Jornaldorap

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6