Um estudo publicado em 2026 aponta Chipre e Irlanda como os destinos mais atrativos para quem busca aposentadoria no exterior. Segundo o relatório “Retirement Destinations Attractiveness Report” 2026, da Hoxton Wealth, a combinação de custo de vida, qualidade de vida e segurança de longo prazo colocou os dois países no topo do ranking, enquanto Estados Unidos e Reino Unido ficam fora dos 15 primeiros.
Os melhores destinos
O relatório listou, entre os locais mais favoráveis para aposentados, a seguinte sequência: Chipre e Irlanda (empatados no topo), Malta, Portugal, Panamá, Ilhas Maurício, Espanha, Uruguai, e, por fim, Malásia e Itália.
Por que Chipre e Irlanda lideram
Chipre é destacado pelo relatório por oferecer vantagens fiscais, estilo de vida ao ar livre e facilidade de integração para estrangeiros. A capital, Nicósia, registra 3.388 horas de sol por ano, e o país adota tratamento fiscal favorável a pensões, não cobra impostos sobre patrimônio ou herança e tem amplo uso do inglês. O documento também observa que custos de vida mais baixos fora das grandes cidades ajudam a preservar o orçamento dos aposentados e que cidades como Pafos e Limassol já contam com comunidades de expatriados consolidadas.
A Irlanda figura em primeiro lugar ao dividir a liderança por não ter imposto sobre patrimônio, apresentar uma economia em expansão, oferecer serviços de saúde públicos em grande parte gratuitos ou de baixo custo, registrar baixos índices de criminalidade e ter o inglês como língua predominante. Para britânicos, o acordo da Área Comum de Viagem (CTA) elimina a necessidade de visto para aposentadoria, o que facilita visitas frequentes à família.
Dificuldades em EUA e Reino Unido
O estudo ressalta que, no Reino Unido e nos Estados Unidos, o aumento do custo de vida e a pressão sobre pensões estão levando muitos aposentados a voltar ao mercado de trabalho. Mesmo pessoas com economias de seis dígitos têm sentido aperto nas finanças. Nos EUA, os custos com saúde são apontados como uma das maiores incertezas do planejamento da aposentadoria.
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Relatórios citados no texto indicam que aposentados com reservas substanciais estão retirando cerca de 2,1% dos ativos ao ano, segundo a Prudential Financial, bem abaixo da tradicional regra dos 4%. Dados do Federal Reserve mostram que cerca de 1 em cada 4 americanos entre 55 e 64 anos não possui conta de aposentadoria ou pensão tradicional, deixando parcela significativa da população vulnerável ao se aproximar da aposentadoria.
Para muitos boomers, a mudança para o exterior deixou de ser apenas um desejo e passou a ser uma alternativa prática para equilibrar as contas na fase de aposentadoria.
Com informações de Infomoney

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6