TRANSMISSÃO: Record

A Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI) apontou o Brasil como um dos pontos positivos no crescimento do mercado de música gravada, ao subir uma posição e chegar ao 8º lugar no ranking global de países referente a 2025. Apesar do avanço na colocação, a entidade também assinalou que o país segue como foco nas medidas contra fraudes em serviços de streaming.

Segundo a IFPI, parte importante da atuação no combate à fraude envolve confrontar empresas que lucram com a oferta de reproduções falsas, venda de seguidores e aumento artificial de engajamento em plataformas de streaming e redes sociais. Essas práticas, de acordo com a organização, distorcem métricas de consumo e prejudicam artistas e gravadoras que atuam de forma legítima.

O destaque do Brasil no ranking da IFPI evidencia crescimento no consumo de música gravada no país, mas a entidade mantém vigilância sobre operações que exploram mecanismos para inflar números de streams e interações online. A IFPI tem identificado esse tipo de atividade como uma área prioritária em seu esforço global para garantir transparência nas contagens de reprodução e na remuneração associada.

Embora o avanço de posição no ranking de 2025 aponte recuperação e expansão do mercado brasileiro, a IFPI sublinhou que a presença continuada de fornecedores de serviços de falsificação de plays e seguidores demanda ações coordenadas entre plataformas, autoridades e a própria indústria musical para mitigar os danos causados por esses esquemas.

Imagem: Divulgação

O movimento de fiscalização e bloqueios de serviços fraudadores integra a estratégia mais ampla da IFPI para proteger a integridade dos relatórios de audiência e as receitas provenientes de streaming. A organização considera essencial identificar e neutralizar operadores que monetizam a oferta de números inflados em serviços digitais.

O resultado é uma combinação de crescimento de mercado para o Brasil em 2025 e a simultânea necessidade de combater práticas que comprometem a confiabilidade dos dados de consumo musical.

Com informações de Musically