A partir desta quarta-feira (22) entraram em vigor as novas normas do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), administrado pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. As alterações elevam os limites de renda e o valor máximo dos imóveis contemplados pelo programa, ampliando o alcance das operações de financiamento habitacional.

Segundo o governo federal, as mudanças permitem a aquisição de imóveis de maior valor ou melhor localização com juros inferiores aos praticados no mercado, e devem beneficiar ao menos 87,5 mil famílias. O Executivo também informou que, em 2025, as contratações do programa bateram recorde, com 669.065 mil unidades.

Mudanças

Foram ajustados os tetos de renda para as faixas do programa. Na Faixa 1, o limite mensal passou de R$ 2.850 para até R$ 3.200. A Faixa 2 teve o teto elevado de R$ 4.700 para até R$ 5.000. Na Faixa 3, o limite subiu de R$ 8.600 para até R$ 9.600, e a Faixa 4 foi ampliada de R$ 12.000 para até R$ 13.000.

Os valores máximos dos imóveis também foram revistos. Nas primeiras faixas, o teto aumentou de R$ 210 mil para até R$ 275 mil, dependendo da localidade. Na Faixa 3, o limite subiu de até R$ 350 mil para até R$ 400 mil. Já na Faixa 4, o valor máximo passou de até R$ 500 mil para até R$ 600 mil.

De acordo com o governo, a readequação das faixas incorporou cerca de 31,3 mil famílias à Faixa 3 e outras 8,2 mil à Faixa 4 do programa.

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As medidas valem para financiamentos operados pela Caixa e pelo Banco do Brasil e entram em vigor conforme o cronograma divulgado pelo Executivo.

Com informações de Forbes