O que é a “blue dot fever” e onde apareceu
A expressão “blue dot fever” ganhou força nos Estados Unidos ao ser usada para descrever um quadro de dificuldades no mercado de shows. O termo passou a ser aplicado por observadores do setor para caracterizar a presença significativa de ingressos encalhados, turnês cuja demanda ficou abaixo do esperado e um público cada vez mais seletivo na compra de ingressos.
Quem é afetado
O fenômeno tem impacto direto no mercado de espetáculos e nas turnês, segundo a caracterização do termo. Produtores, promotores e casas de show figuram entre os segmentos mais sensíveis às alterações de venda e ao acúmulo de ingressos não vendidos, que vêm sendo associados à “blue dot fever”.
O que o termo sinaliza
Na sua acepção corrente, “blue dot fever” evidencia três aspectos: a existência de ingressos encalhados; a superestimação do apelo de determinadas turnês; e a adoção de um comportamento de consumo mais seletivo por parte do público. Essas três marcas passaram a compor a narrativa usada para explicar a movimentação observada em diferentes mercados de shows nos EUA.
Repercussão e atenção ao Brasil
Além de repercutir no mercado norte-americano, o conceito tem sido apontado como objeto de atenção para o segmento de espetáculos no Brasil. A discussão sobre o termo e seus sinais despertou interesse por possíveis reflexos e por como os agentes do setor brasileiro acompanham as mudanças no comportamento de público e nas estratégias de venda, conforme o uso do termo fora dos Estados Unidos.
Imagem: Divulgação
O uso da expressão, até o momento, refere-se basicamente ao conjunto de sinais observados nas vendas e na configuração de turnês, sem, na caracterização inicial, estimativas numéricas ou previsões específicas além da constatação desses fenômenos.
Com informações de Mundodamusicamm

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6