Quem: Uma família residente no bairro Santa Helena, em Itajubá (Sul de Minas).

O que: Os moradores vivem há mais de 50 anos sem ligação à rede elétrica da Cemig e sem abastecimento de água encanada pela Copasa. Sem as redes públicas, eles improvisam soluções para iluminação, carregamento de aparelhos e acesso à água.

Onde: A casa fica a cerca de 10 minutos do centro de Itajubá, segundo relatos dos próprios moradores.

Como: Para obter energia, a família utiliza uma placa solar associada a uma bateria de motocicleta, sistema que fornece apenas parte da demanda da residência. A água consumida vem de uma mina local, e o preparo de alimentos é feito em fogão a lenha. A falta de eletricidade plena impede o uso de geladeira, o que afeta a conservação de alimentos, e obriga os moradores a tomar banho frio.

Quando: A condição de ausência de ligações formais às concessionárias perdura por mais de cinco décadas.

Por que: Os moradores afirmam que aguardam a regularização do imóvel para obter acesso formal aos serviços públicos. Enquanto isso, permanecem dependentes das alternativas improvisadas para suprir necessidades básicas do dia a dia.

Imagem: Divulgação

O caso expõe a rotina de uma casa que funciona com soluções temporárias: iluminação limitada, bateria para energia pontual, água de nascente e fogão a lenha. As limitações estruturais e a ausência de eletrificação e abastecimento pela rede pública resultam em desafios cotidianos, como noites sem luz adequada, impossibilidade de conservar alimentos e banho sem aquecimento.





As informações sobre a situação registram a expectativa da família pela regularização do imóvel no bairro Santa Helena, que permitiria a ligação formal aos serviços de energia e água.

Com informações de Clickpetroleoegas