Ariana Grande volta aos palcos com estreia eletrizante da “The Eternal Sunshine Tour” em Oakland
Setlist cheio de surpresas, visuais impactantes e transmissão pela Max
Sete anos afastada das turnês — e retorno em grande estilo. Na noite de sábado, a Oakland Arena virou palco de uma produção grandiosa que misturou novo material, clássicos imortais e momentos visuais pensados como cenas de cinema. A estreia da “The Eternal Sunshine Tour” foi transmitida pela Max, levando a apresentação para além das arquibancadas.
Repertório: novidade e nostalgia em sequência certeira
A abertura foi imediata: faixas do último álbum dominaram a primeira metade, com performances que ressaltaram a evolução vocal e o clima atmosférico da era. Ao longo do show, Ariana mesclou canções inéditas da edição deluxe com hits que marcaram sua carreira, garantindo picos emocionais constantes.
Entre os destaques, momentos de grande reação do público em faixas que voltaram a ganhar força ao vivo — de baladas íntimas a refrãos explosivos. A sequência permitiu variações de ritmo, do pop dançante ao tom mais melancólico, sem perder o pulso narrativo do espetáculo.
Confira a setlist completa
Veja a ordem das músicas que abriram a turnê em Oakland:
- yes, and?
- positions
- dandelion
- the boy is mine
- Saturn (interlude)
- eternal sunshine
- just like magic
- thank u, next
- 7 rings
- imperfect for you
- warm
- safety net
- One Last Time
- Rain On Me
- Break Free
- twilight zone
- past life
- Dangerous Woman
- Honeymoon Avenue
- Hampstead
- Into You
- hate that i made you love me
- we can’t be friends
- supernatural
- ordinary
Cenografia que conta uma história
O cenário foi tratado como personagem. Inspirada no curta “Brighter Days Ahead” e no filme Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças, a produção usou uma casa parcialmente destruída como eixo visual — peças que se desmontavam e se remontavam para ilustrar memórias, perdas e renascimentos.
Trocas rápidas de figurino, projeções e interlúdios em vídeo ampliaram a sensação de estar vendo não apenas um show, mas uma narrativa em atos. Em certos momentos, a escala intimista contrastou com sequências grandiosas, criando uma dramaturgia contínua.
Imagem: Divulgação
Momentos que ficaram na noite
Além das canções, houve homenagens sutis ao passado da artista e referências a eventos marcantes de sua trajetória. Versões repaginadas de faixas antigas trouxeram surpresa e emoção; passagens instrumentais e duetos visuais elevaram o efeito ao vivo.
Nas redes, trechos do concerto rapidamente viralizaram, mostrando que a combinação entre produção cinematográfica e performance vocal atingiu o alvo: público e crítica reagiram com entusiasmo, e a transmissão pela Max ampliou esse impacto global.
Fechamento: recomeço com força e delicadeza
Se a turnê marca um novo capítulo — ou uma longa despedida das estradas —, a primeira noite serviu como declaração de intenção. Ariana deixou claro o que vinha apresentar: um espetáculo que equilibra espetáculo e intimidade, hit e conceito, brilho e fragilidade. A estreia em Oakland comprovou que a cantora volta ao centro do pop com presença, cuidado estético e vocais afiados.

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6