SoftBank diz que modelos já projetam novos modelos e prevê “superinteligência” em até 2 anos
Masayoshi Son afirma que a evolução pode acelerar de forma inesperada e mudar a corrida tecnológica
O fundador da SoftBank colocou um novo prazo sobre a mesa: não mais uma década, mas possivelmente apenas dois anos até que sistemas de larga escala ultrapassem capacidades humanas em grande parte das áreas. Em entrevista recente, Masayoshi Son afirmou que equipes da OpenAI já usam modelos para criar versões futuras — um salto que, segundo ele, torna os próximos avanços exponenciais.
Do uso interno às consequências: o que muda agora
Son relata que engenheiros e a liderança da OpenAI passaram a contar com esses sistemas em etapas do próprio desenvolvimento. A empresa, por sua vez, confirma que recorre a recursos automatizados em partes do processo, sem detalhar projetos não anunciados. Em fevereiro, a OpenAI descreveu um modelo que teve papel ativo em atividades como treinamento e diagnóstico — um indício de que a cadeia de criação está se tornando mais autônoma.
O cenário empurra previsões e investimentos. Son, que também usa o ChatGPT por horas diárias, acredita que em até dois anos esses sistemas serão superiores em 70% a 80% das áreas e, em alguns campos, muito acima da média humana. A SoftBank segue reforçando posições em chip design, robótica e condução autônoma, apostando que a transformação será inúmeras vezes maior que a chegada da internet comercial.
Imagem: Divulgação

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6