A Apple deixou claro que a versão da Siri com inteligência artificial não tem por objetivo funcionar como uma companheira afetiva dos usuários. Em entrevista transmitida ao canal Mostly Human (YouTube), os líderes de engenharia e marketing da empresa afirmaram que a assistente foi projetada para auxiliar em tarefas, e não para estabelecer vínculos românticos.
Questionado sobre a possibilidade de usuários usarem a Siri AI como “namorada” ou “namorado”, o engenheiro de software chefe Craig Federighi respondeu de forma categórica que esse não é o propósito da assistente. Federighi destacou que a função principal da Siri é ajudar as pessoas a realizarem tarefas e a aprenderem sobre o mundo, e não se comportar como uma parceira emocional.
O executivo também comparou o desenho da Siri ao de outras tecnologias que, segundo ele, podem “bajular” usuários para criar uma sensação de conexão. Federighi afirmou que, diferentemente desses serviços, a Apple não pretende estimular esse tipo de interação com sua assistente.
Apple rejeita “IA pela IA” e prioriza integração
Do lado do marketing, o chefe Greg Joswiak ressaltou que a empresa não desenvolveu a Siri apenas para exibir uma nova tecnologia de IA. Para Joswiak, a meta foi integrar recursos de inteligência artificial às funcionalidades do iPhone, promovendo uma experiência unificada em que a tecnologia “desapareça” e o usuário se concentre no conteúdo ou na tarefa.
Joswiak também comentou que a Apple não quer que os usuários precisem virar “especialistas de prompts para IAs” para obter respostas eficazes. A expectativa declarada pela empresa é que a Siri funcione de forma fluida no sistema operacional, exigindo pouco esforço de comando por parte do usuário — uma abordagem que, segundo ele, difere de certas implementações de IA em ecossistemas concorrentes, como o Gemini no Android, embora a Apple utilize infraestrutura do Google para parte do serviço.
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Por fim, a empresa afirmou que a nova Siri e os recursos do Apple Intelligence se apoiam na 3ª geração dos Apple Foundation Modelos, que é mais complexa e envolve múltiplos modelos para entregar as funcionalidades anunciadas.
Com informações de Tecmundo

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6