O Brasil parte como favorito para avançar no Grupo C da Copa do Mundo de 2026, mas terá pela frente um desafio imediato contra o Marrocos na estreia do torneio, marcada para 13 de junho. A seleção comandada por Carlo Ancelotti viaja ao Mundial com nomes de destaque como Vinícius Júnior, Raphinha e o retorno inesperado de Neymar.
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BRASIL
Participações: 22
Melhor resultado: 5 vezes campeão (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002)
Ranking da Fifa: 6º
Técnico: Carlo Ancelotti (Itália)
Ancelotti, multicampeão da Liga dos Campeões e vencedor nas cinco principais ligas europeias — Espanha, Inglaterra, Itália, Alemanha e França — é o primeiro treinador estrangeiro a assumir a Seleção desde 1965. Sua missão é reorganizar a equipe após uma campanha conturbada nas Eliminatórias, período em que Fernando Diniz e Dorival Júnior chegaram a ser demitidos.
Destaque: Vinícius Júnior
Vinícius Júnior, de 25 anos, chega ao Mundial buscando recuperação após uma temporada difícil no Real Madrid, na qual o clube não conquistou títulos. Apesar das críticas, o atacante manteve a média de mais de 20 gols pela quinta temporada seguida e é apontado como uma das principais referências ofensivas do Brasil.
MARROCOS
Participações: 6
Melhor resultado: 4º (2022)
Ranking da Fifa: 8º
Técnico: Mohamed Ouahbi (Bélgica)
Mohamed Ouahbi, no comando desde março, dirige uma geração marroquina que busca dar sequência ao destaque alcançado em 2022, quando a seleção chegou às semifinais no Catar. Ouahbi assumiu a equipe principal após liderar o time sub-20 ao título mundial no ano passado, sucedendo Walid Regragui, que conduziu o Marrocos ao título da Copa Africana de Nações em uma edição decidida fora de campo devido à punição aplicada ao Senegal.
Destaque: Achraf Hakimi
O lateral-direito Achraf Hakimi, nascido na Espanha e com 27 anos, optou por representar o país de origem de seus pais e foi peça-chave na campanha que levou o Marrocos à semifinal em 2022. Atualmente é um dos pilares do Paris Saint-Germain.
HAITI
Participações: 1
Melhor resultado: Fase de grupos
Ranking da Fifa: 83º
Técnico: Sébastien Migné (França)
Imagem: Divulgação
Sébastien Migné, que já teve passagens pelas seleções do Congo, do Quênia e da Guiné Equatorial e atuou como assistente em Camarões, conduziu o Haiti ao longo de toda a campanha das Eliminatórias da Concacaf. O Haiti surpreendeu ao superar seleções habituais em Copas, como Costa Rica e Honduras, e garantiu classificação ao Mundial 52 anos depois de sua única participação anterior.
Destaque: Jean-Ricner Bellegarde
Jean-Ricner Bellegarde, de 27 anos, consolidado no Wolverhampton na Premier League, nasceu na França, foi formado no Lens e atuou pelas seleções de base dos ‘Bleus’. Ele integrou a seleção haitiana durante as Eliminatórias e é apontado como o principal articulador do meio-campo dirigido por Migné.
ESCÓCIA
Participações: 8
Melhor resultado: Fase de grupos
Ranking da Fifa: 43º
Técnico: Steve Clarke (Escócia)
Steve Clarke, ex-jogador do Chelsea e que trabalhou como assistente de José Mourinho no clube londrino, assumiu a seleção escocesa em 2019. Com uma base formada por jogadores como Scott McTominay, John McGinn e o capitão Andy Robertson, Clarke conseguiu levar a Escócia de volta a uma Copa do Mundo após 28 anos.
Destaque: Scott McTominay
Scott McTominay é apontado como peça central nas pretensões da Escócia de surpreender no torneio. O meio-campista teve uma temporada sólida no Napoli e marcou dois gols decisivos durante a campanha das Eliminatórias.
A chave reúne, portanto, o Brasil como favorito diante de adversários com perfis variados: Marrocos como principal teste, Haiti na histórica volta ao Mundial e Escócia com experiência internacional.—
Com informações de Gazetaesportiva

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6