Transformação prolonga vida útil da madeira

Em Aurora, cidade do interior de Santa Catarina localizada no Alto Vale do Itajaí, uma empresa recebe madeira de serrarias — principalmente eucalipto e pinus — cuja durabilidade natural varia entre um e dois anos e a devolve aos clientes com garantia superior a 15 anos.

O processo responsável pela alteração da durabilidade consiste em substituir a seiva das toras por uma solução química. Essa operação é realizada em autoclave e tem duração aproximada de 10 dias. Segundo a empresa, a técnica altera a composição interna da madeira, aumentando sua resistência e prolongando sua vida útil.

As serrarias fornecem a matéria-prima que, sem tratamento, apresentaria rápida deterioração. Após o tratamento em autoclave, o produto final é retornado com a garantia estendida, que cobre o uso por mais de 15 anos. O método é aplicado especificamente em peças de eucalipto e pinus, espécies comumente utilizadas na construção civil e em aplicações externas, onde a exposição ao tempo reduz sua durabilidade quando não tratada.

O procedimento descrito pela empresa envolve a inserção das peças no equipamento apropriado e a introdução de uma solução química que substitui a seiva original. O ciclo completo do tratamento leva cerca de 10 dias, ao término dos quais as peças tratadas são liberadas para comercialização ou devolução aos fornecedores e clientes.

Com essa técnica, a empresa situada em Aurora busca oferecer uma alternativa à madeira sem tratamento, ampliando a validade das peças e proporcionando garantia contratual que não é alcançada pela matéria-prima em seu estado natural.

Empresa do Alto Vale do Itajaí transforma eucalipto e pinus de curta duração em madeira com garantia superior a 15 anos

Imagem: Divulgação

O processo tem sido destacado pela capacidade de transformar um material de curta durabilidade em produto com expectativa de vida útil significativamente maior, sem que, no entanto, sejam divulgados detalhes adicionais sobre a composição exata da solução química utilizada ou sobre eventuais certificações técnicas do procedimento.





Com informações de Clickpetroleoegas