Uma variedade rara da gabiroba, conhecida como gabiroba gigante, tem atraído atenção no Espírito Santo por seu tamanho, sabor marcante e valor nutricional. A fruta encontrada em áreas da Região Serrana do estado é apontada como uma das mais intensas da flora brasileira e pode chegar a pesar até 400 gramas.

Segundo relatos de produtores e profissionais da área, a gabiroba gigante cresce em remanescentes da Mata Atlântica na Região Serrana do Espírito Santo. A fruta reúne vitamina C, fibras e minerais essenciais, atributos que vêm despertando interesse de pesquisadores, nutricionistas, produtores rurais e chefs de cozinha locais.

Além do estudo de suas características nutricionais, a gabiroba gigante também tem sido utilizada em diferentes preparações gastronômicas e produtos regionais. Entre as aplicações citadas estão brigadeiro, ceviche e até cachaça, mostrando adaptação da fruta tanto a sobremesas quanto a preparos salgados e bebidas artesanais.

Produtores que colhem a gabiroba gigante relatam que o fruto, pelo tamanho e pelo sabor azedinho característico, tem potencial para agregação de valor e diversificação de produtos locais. Pesquisadores e nutricionistas envolvidos no acompanhamento da espécie destacam a combinação de nutrientes, com ênfase na vitamina C, além da presença de fibras e minerais considerados importantes para a alimentação.

O interesse de chefs e cozinheiros regionais vem resultando em experimentação culinária com a gabiroba gigante, incorporando-a em receitas tradicionais e contemporâneas. A versatilidade apontada por profissionais inclui usos em doces, preparos do mar e bebidas destiladas, cenário que tem contribuído para maior visibilidade da fruta nas cadeias produtivas locais.

Gabiroba gigante da Mata Atlântica vira produto valorizado no Espírito Santo e pesa até 400 gramas

Imagem: Divulgação

Apesar de rara, a gabiroba gigante tem sido percebida como um recurso potencialmente relevante para a economia e para a identidade gastronômica do Espírito Santo, ao mesmo tempo em que motiva estudos sobre conservação e aproveitamento sustentável da espécie na Mata Atlântica.

Com informações de Clickpetroleoegas