Máquinas com aparência humanoide foram registradas em vias públicas de cidades chinesas segurando tigelas, cartazes e códigos de pagamento digital, em uma ação que aparenta pedir dinheiro para custear contas de energia. As imagens desses robôs ajoelhados nas ruas circularam e chamaram atenção por levantar questões sobre marketing, sátira social e os limites simbólicos da inteligência artificial.

Segundo publicação do site HK01, em 18 de junho de 2026 foram divulgadas fotografias que mostram os equipamentos posicionados em espaços urbanos com recipientes semelhantes a tigelas, painéis com mensagens e QR Codes destinados a pagamentos. A cena despertou reação pública e debate sobre o objetivo da iniciativa.

As peças visuais apresentam as máquinas em postura de súplica, acompanhadas por códigos digitais que permitem a transferência de valores por meio de pagamentos eletrônicos. A montagem sugeriu, a observadores e comentaristas, diferentes interpretações — desde uma ação promocional até uma crítica social — sem que haja confirmação oficial sobre a motivação dos responsáveis.

Autoridades locais ou representantes ligados à tecnologia e ao uso dos robôs não foram citados na reportagem original, e não há indicação pública, nas imagens divulgadas, de qual organização instalou as unidades ou se houve autorização municipal para as aparições nas ruas. Também não foram apontados números sobre valores arrecadados ou respostas formais de fornecedores de energia.

A circulação das imagens repercutiu pela combinação do visual de pedido tradicional — tigela e posição ajoelhada — com a tecnologia contemporânea dos pagamentos por QR Code, alinhando símbolos de pobreza e modernização financeira em um mesmo cenário. Observadores descrevem a ação como provocativa, por colocar em evidência tensão entre automação e demandas humanas.

Robôs humanoides aparecem nas ruas da China pedindo dinheiro com QR Code para pagar energia — 18/06/2026

Imagem: Divulgação

Até o momento da publicação das imagens pelo HK01, não havia confirmação pública sobre o propósito final da exibição dos robôs, nem sobre a autoria da iniciativa. A reportagem repercutiu perguntas sobre até que ponto a inteligência artificial e dispositivos robóticos podem ser usados para encenar mensagens sociais ou campanhas publicitárias em espaços públicos.

O caso permanece aberto quanto à origem e às intenções por trás das aparições, enquanto as imagens seguem despertando debate sobre simbolismo e limites do uso de robôs em contextos urbanos.

Com informações de Clickpetroleoegas