O ex-volante Dunga afirmou que o atual jejum de 24 anos sem títulos da Seleção Brasileira pode atuar como estímulo para a equipe na preparação para a Copa do Mundo de 2026. Em entrevista ao jornal alemão Bild, o tricampeão mundial apontou paralelo com o período que antecedeu o título de 1994 e considerou essa situação um elemento a favor do Brasil.
Dunga ressaltou que, embora a Seleção não figure entre as favoritas por conta do desempenho recente em campo, a combinação de bons jogadores e a “mística” em torno da equipe oferecem um impulso adicional. O ex-jogador lembrou que, antes do título de 1994, o país também viveu um intervalo de 24 anos sem conquistar o mundial, e que agora se repete um período com a mesma duração.
O ex-capitão avaliou ainda o contexto das Eliminatórias e o nível de adversários: segundo ele, resultados recentes mostram seleções à frente do Brasil, mas isso não coloca o time brasileiro tão distante dos principais concorrentes. Dunga afirmou que, se os atletas demonstrarem “atitude correta, coragem e caráter adequado”, a Seleção pode voltar a ser campeã mundial.
Uma referência técnica e a liderança de vestiário
Ao analisar o elenco atual, Dunga indicou Vinícius Júnior como a maior referência técnica do time. Para o ex-volante, Vini se destaca por criar jogadas, avançar e tomar iniciativas dentro de campo, porém não exerce o papel de líder no vestiário. Nesse aspecto, Dunga apontou Marquinhos como quem assume a função de líder de grupo.
As declarações de Dunga foram dadas em meio à discussão sobre a força do elenco brasileiro para a Copa de 2026 e à percepção de que outras seleções vêm obtendo resultados mais consistentes nas competições recentes. O ex-jogador evitou afirmar prognósticos definitivos, ressaltando a importância do comportamento e da postura dos jogadores para a retomada de títulos pela Seleção.
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O comentário estabelece uma comparação direta entre os dois períodos de 24 anos sem conquistas e coloca a expectativa de que essa circunstância possa funcionar como motivação extra para o grupo que buscará a taça em 2026.
Com informações de Br.bolavip

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6