Firebird Music lança fundo de US$ 750 milhões para aquisições

A Firebird Music Holdings anunciou a criação de um fundo no valor de US$ 750 milhões destinado à aquisição de catálogos musicais. A iniciativa amplia a atuação da empresa no mercado de direitos musicais, após a realização de investimentos em firmas de gestão e em gravadoras.

Segundo a própria companhia, o novo fundo tem como objetivo a compra de catálogos de repertório musical, reforçando a estratégia já adotada pela Firebird Music Holdings de ampliar sua presença em diferentes elos da cadeia da música. A movimentação segue a sequência de operações anteriores da empresa, que incluiu aplicações de capital em empresas de gestão e em selos musicais.

O anúncio do fundo representa uma etapa adicional na expansão das atividades da Firebird Music Holdings no setor fonográfico e de direitos, mantendo o foco na aquisição de ativos ligados a repertório. A estrutura do fundo, assim como os critérios específicos de seleção de catálogos e a eventual divisão entre aquisições inteiras ou participações parciais, não foram detalhados no comunicado.

Entre os pontos ressaltados pela empresa estão a intenção de continuar ampliando seu portfólio por meio de aquisições e a continuidade dos investimentos já realizados em gestão e nas gravadoras. A criação do fundo aparece, portanto, como parte de uma estratégia coordenada de consolidação de ativos musicais e de fortalecimento da presença da Firebird Music Holdings no mercado.

Não foram divulgadas informações adicionais sobre prazos para as primeiras operações do fundo, o tamanho médio esperado de cada aquisição ou parceiros financeiros envolvidos na iniciativa. A empresa limita-se a confirmar o montante global de US$ 750 milhões destinado a esse propósito.

Firebird Music cria fundo de US$ 750 milhões para compra de catálogos musicais

Imagem: Photo by Jason Leung on Unsplash

Com a nova ferramenta de captação e alocação de recursos, a Firebird Music Holdings amplia os meios para competir na aquisição de direitos e catálogos, alinhando-se a movimentos observados no setor de música onde ativos de catálogo têm sido alvo de investimentos por parte de diversos fundos e empresas especializadas.

Com informações de Musically