De manutenção de bagagens a exportação de produtos reciclados

Uma empresa brasileira que começou na manutenção de bagagens passou a produzir e comercializar malas, mochilas e shoulder bags confeccionadas com plástico reciclado. Cada mala de bordo da linha utiliza 32 garrafas PET, segundo a própria companhia, e o negócio chegou a registrar vendas de R$ 250 mil por mês.

O empreendimento teve origem em Guarulhos e ganhou impulso após a queda das viagens durante a pandemia de Covid-19. A redução no fluxo de passageiros levou a empresa a repensar seu modelo e a investir em produtos que utilizam material reciclado. A mudança de foco resultou em uma linha de bagagens com apelo sustentável.

Além do mercado doméstico, a marca conquistou visibilidade ao se tornar produto licenciado do Time Brasil, o que ampliou sua exposição em eventos e vitrines nacionais. Com essa projeção, a empresa também iniciou uma estratégia de internacionalização, entrando na rota de exportação para países onde a sustentabilidade e a personalização influenciam a decisão de compra.

O portfólio da companhia inclui modelos voltados tanto para viagens quanto para o uso cotidiano, com mochilas e shoulder bags que usam plástico reciclado como matéria-prima. A aposta em sustentabilidade e customização tem sido apresentada como diferencial competitivo para acessar mercados externos interessados nesses atributos.

Segundo relatos da própria empresa, a combinação entre reaproveitamento de PET, design voltado à personalização e a exposição proporcionada pela licença com o Time Brasil foram fatores que contribuíram para o aumento das vendas e para a entrada em novos mercados fora do país. O negócio, iniciado em Guarulhos na área de manutenção de bagagens, transformou-se assim em uma operação focada em produtos reciclados e com alcance internacional.

Com 32 garrafas PET por mala de bordo, brasileiro chegou a faturar R$ 250 mil por mês com bagagens sustentáveis

Imagem: Divulgação

Atualmente, a companhia mantém a produção das malas, mochilas e shoulder bags feitas com plástico reciclado e continua a direcionar esforços para ampliar sua presença em mercados onde questões ambientais e a possibilidade de personalização são determinantes na compra.





Com informações de Clickpetroleoegas