A Xiaomi prepara a oferta internacional da família Redmi Note 17 com baterias menores do que as usadas nos modelos vendidos na China, segundo informações vazadas pelo insider Kacper Skrzypek. A alteração, conforme o vazamento, atinge as três variantes da linha, mas não mudaria as demais especificações dos aparelhos.

De acordo com as informações divulgadas, a edição global do Redmi Note 17 deve ser equipada com bateria de 7.000 mAh, enquanto a versão chinesa ostenta célula de 8.000 mAh. No caso do Redmi Note 17 Pro, a capacidade cairia de 9.000 mAh para 8.000 mAh. Já o Redmi Note 17 Pro Max teria redução de 10.000 mAh para 9.000 mAh.

Mesmo com a redução alegada, a linha global manteria baterias consideradas acima da média do mercado. O vazamento também indica que a Xiaomi não pretende alterar o restante do hardware nos modelos destinados ao mercado internacional, de forma que processadores, telas, conjuntos de câmeras e velocidades de carregamento seriam preservados, mantendo a maior parte da experiência oferecida pelas versões chinesas.

Motivos não confirmados

A fabricante não divulgou explicação oficial para a prática frequente de reduzir a capacidade das baterias em aparelhos vendidos fora da China. Entre as hipóteses citadas no relatório estão fatores como regulamentações internacionais, exigências de certificações de transporte e disponibilidade de componentes — elementos que já teriam afetado lançamentos anteriores da empresa.

A família Redmi Note 17 foi anunciada oficialmente na China com foco em autonomia e custo-benefício. Ainda não há data confirmada para a apresentação global dos modelos, mas o registro em certificações e outros vazamentos apontam que o lançamento internacional pode ocorrer nos próximos meses.

Imagem: Divulgação/Xiaomi

Até a confirmação oficial da Xiaomi, as informações sobre redução nas baterias devem ser tratadas como rumores, já que a empresa ainda não publicou as especificações finais dos aparelhos para o mercado global.

Com informações de Canaltech