Descoberta por acaso revela um dos maiores tesouros romanos do Reino Unido

Um homem que procurava um martelo perdido em uma fazenda no interior da Inglaterra acabou descobrindo o chamado Tesouro de Hoxne, um conjunto de peças romanas enterrado por mais de 1.500 anos. A busca, inicialmente rotineira, ganhou importância arqueológica quando o detector de metais começou a apitar e revelou centenas de objetos.

Segundo relatos, a coleção encontrada reúne mais de 15 mil itens, entre moedas, joias e utensílios de ouro e prata. O conjunto inclui moedações em grande quantidade e diversos objetos de metal precioso, características que levaram à identificação do achado como o Tesouro de Hoxne.

A descoberta ocorreu em uma propriedade rural, onde o homem realizava a procura pelo martelo desaparecido. Ao perceber sinais do detector, ele seguiu os apitos que resultaram na localização do depósito enterrado. As peças permaneceram subterrâneas por mais de um milênio e meio antes de serem exumadas por ocasião da detecção.

O volume e a variedade dos artefatos fazem do achado um dos maiores tesouros romanos já identificados no Reino Unido. A presença de moedas em número superior a 15 mil, acompanhadas por joias e objetos de ouro e prata, destaca a relevância histórica e material do depósito.

O local da descoberta — descrito como interior da Inglaterra, em uma fazenda — e o contexto do achado, resultado de uma busca casual por uma ferramenta, reforçam o caráter fortuito da revelação de um conjunto arqueológico de grande porte. O Tesouro de Hoxne passou mais de 1.500 anos enterrado até ser trazido à superfície pela intervenção do detector de metais.

Imagem: Divulgação

A descoberta atraiu atenção por seu tamanho e pelo estado de conservação das peças, consolidando o conjunto como um marco entre os achados romanos no país.

Com informações de Clickpetroleoegas