Al-Natah, a “Atlântida das areias”, retorna após quatro milênios sob rocha vulcânica

Batizada por muitos como a “Atlântida das areias”, a cidade fortificada Al-Natah reapareceu após permanecer cerca de quatro mil anos encoberta por camadas de rocha vulcânica no oásis de Khaybar, na Arábia Saudita. A estrutura voltou à superfície com trechos de muralhas e torres ainda reconhecíveis, segundo relatos.

A ocorrência tem sido descrita como capaz de reescrever parte significativa da história da Península Arábica, devido à antiguidade e ao estado de conservação dos vestígios. As informações divulgadas destacam que elementos arquitetônicos defensivos permanecem perceptíveis mesmo após milênios sob material vulcânico.

Localizada no oásis de Khaybar, a antiga cidade fortificada Al-Natah passou quatro mil anos protegida pela crosta de rocha resultante de atividade vulcânica. Agora exposta, a área apresenta traços de construções que indicam funções defensivas, como muralhas e torres, que ainda podem ser identificadas à superfície.

As descrições do retorno de Al-Natah à visibilidade ressaltam o potencial da descoberta para complementar conhecimentos sobre populações, rotas e assentamentos antigos na região da Península Arábica. A preservação de estruturas fortificadas oferece material de estudo sobre formas de ocupação e defesa em um período anterior a muitos registros históricos conhecidos.

Até o momento, as informações públicas concentram-se na presença da cidade sob a rocha vulcânica e na integridade parcial das suas defesas visíveis hoje. A cidade é apontada por alguns como uma descoberta de relevância para a compreensão do passado regional, dado seu estado de conservação após quatro mil anos de soterramento.

Imagem: Ap

As notícias sobre Al-Natah enfatizam o retorno à superfície de uma cidade antiga cujas muralhas e torres permanecem discerníveis, localizada no oásis de Khaybar, na Arábia Saudita, e com aproximadamente quatro mil anos de história enterrada sob rocha vulcânica.

Com informações de Clickpetroleoegas