Montana Brown venceu o câncer ainda criança, enfrentou a doença novamente aos 15 anos e, anos depois, retornou ao mesmo hospital que a tratou para atuar como enfermeira pediátrica. Em 2017, aos 24 anos, ela passou a trabalhar no Aflac Cancer and Blood Disorders Center, unidade do Children’s Healthcare of Atlanta, durante o Mês de Conscientização sobre o Câncer Infantil.

O histórico de Brown inclui a primeira batalha contra o câncer quando tinha apenas 2 anos de idade e um novo enfrentamento da doença na adolescência, aos 15 anos. Ao longo desse período, ela voltou várias vezes à mesma instituição que a acompanhou nos tratamentos e na recuperação.

Motivada pelo atendimento recebido e pelo desejo de retribuir o cuidado que recebeu durante os momentos em que foi paciente, Montana decidiu estudar enfermagem. A escolha profissional culminou em seu retorno àquela unidade hospitalar, agora do outro lado do balcão, como integrante da equipe de enfermagem pediátrica.

Em sua função no Aflac Cancer and Blood Disorders Center, Brown passou a atuar diretamente no atendimento a crianças que enfrentam câncer e doenças hematológicas, prestando assistência em um ambiente que, anos antes, fora o lugar de sua própria luta pela vida. Sua trajetória chamou atenção por unir experiência pessoal como paciente e formação técnica como profissional de saúde.

O retorno de Montana ao hospital em que foi tratada ocorreu em um mês dedicado à conscientização sobre o câncer infantil, momento em que instituições de saúde e profissionais reforçam informações sobre diagnóstico, tratamento e apoio às famílias. A presença de uma ex-paciente na equipe de enfermagem ilustra a continuidade do vínculo entre paciente e instituição e exemplifica como experiências pessoais podem orientar escolhas profissionais sem perder de vista a prática clínica.

Mulher que venceu o câncer na infância e na adolescência volta ao mesmo hospital como enfermeira pediátrica aos 24 anos

Imagem: Divulgação

Montana Brown, que nasceu com a primeira batalha vencida na infância e enfrentou a doença novamente na adolescência, concretizou o objetivo de cuidar de outras crianças no mesmo local que contribuiu para sua sobrevivência, mantendo a relação com a instituição que a atendeu durante anos de tratamento.





Com informações de Clickpetroleoegas