Christopher Dahn Saliendra, aos 26 anos, concluiu a formação para ser professor de Matemática nas Filipinas após conciliar estudos com serviços de limpeza na universidade por seis anos. Para a fotografia oficial de formatura, feita em março de 2018, ele decidiu posar usando a beca e segurando a vassoura que o acompanhou durante todo esse período.

Segundo relatos, Christopher trabalhou como funcionário de limpeza no campus para custear as despesas do curso. Ao escolher a vassoura como objeto simbólico na imagem de formatura, transformou um equipamento de trabalho em representação visual da trajetória que o levou ao diploma.

Durante os seis anos em que dividiu tempo entre o trabalho e a vida acadêmica, ele conciliou a rotina de estudos com as atividades de limpeza da universidade. A decisão de incluir o instrumento no retrato oficial chamou atenção por destacar a relação direta entre o esforço laboral e a conquista acadêmica.

A fotografia realizada em março de 2018 mostra o formando trajando a beca tradicional e segurando firmemente a vassoura, gesto que busca ressaltar o papel do trabalho remunerado na viabilização dos estudos. A imagem foi divulgada publicamente e repercutiu como exemplo de perseverança entre estudantes que dependem de atividades extras para arcar com a formação.

Com a conclusão do curso, Christopher obteve a qualificação necessária para lecionar Matemática nas Filipinas. O ato de manter a vassoura na foto de formatura foi interpretado como uma homenagem ao período em que as tarefas de limpeza foram essenciais para que ele pudesse finalizar a graduação.

Aos 26 anos, formando segura vassoura que usou por seis anos para pagar a faculdade

Imagem: Divulgação

A história de Christopher evidencia a combinação de emprego e estudo como caminho para a obtenção de um diploma universitário, além de sublinhar o simbolismo do objeto que, por seis anos, representou sua dedicação até a obtenção do título em Educação Matemática.

Com informações de Clickpetroleoegas