Artistas e detentores de direitos passaram a ter poder sem precedentes para escolher onde alocar seus catálogos, diz reportagem publicada em 3 de abril de 2026 pela Music Ally. A matéria aponta que, no cenário atual, a autoridade de marcas tradicionais já não garante por si só a fidelidade desses criadores e proprietários musicais.
Segundo o texto, a lealdade da rede de artistas depende de fatores práticos relacionados à gestão e distribuição de receitas. Em vez de se apoiar apenas na reputação histórica, as plataformas e empresas que hospedam catálogos precisam demonstrar eficiência e transparência na infraestrutura de royalties para manter seus clientes.
O artigo defende que a chamada infraestrutura de royalties atua como fundamento da confiança entre artistas, rightsholders e os serviços que administram seus direitos. Essa infraestrutura abrange os sistemas e procedimentos responsáveis pelo cálculo, reporte e pagamento de rendimentos, e passa a ser avaliada com rigor pelos titulares de repertório na hora de decidir onde colocar suas obras.
Na visão apresentada, provedores que não atualizarem ou não conseguirem comprovar processos sólidos de gestão de pagamentos e relatórios correm o risco de ver catálogos migrarem para concorrentes que ofereçam maior previsibilidade e clareza nas receitas. A matéria ressalta que a competitividade no mercado de música em 2026 exige, portanto, mais do que prestígio: exige serviços que sustentem confiança operacional.
Embora marcas consolidadas continuem tendo valor mercadológico, o texto indica que essa vantagem está sendo relativizada pela prioridade dada hoje à segurança, rapidez e visibilidade dos fluxos de receita. Essa mudança de critérios de retenção coloca a infraestrutura técnica e administrativa de royalties no centro das estratégias para manter contratos e relacionamentos com artistas e detentores de direitos.
Imagem: Divulgação
Em síntese, a reportagem conclui que, em 2026, a capacidade de oferecer uma infraestrutura de royalties confiável e transparente é um determinante essencial para reter catálogos e assegurar a continuidade das parcerias entre artistas e plataformas.
Com informações de Musically

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6