Carlo Ancelotti inicia neste sábado (13) sua primeira participação em Copas do Mundo como treinador ao comandar a seleção brasileira na partida contra o Marrocos, no MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey. O técnico italiano, que levou clubes ao topo da Europa, tem a missão de conduzir o Brasil na busca pelo hexacampeonato.
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Ancelotti, único treinador a conquistar cinco Ligas dos Campeões e os cinco principais campeonatos nacionais europeus, assumiu a seleção há um ano em um momento de pressão para a equipe pentacampeã, que não ergue o troféu mundial desde 2002. Apesar disso, o treinador garantiu a classificação do Brasil para a Copa na América do Norte mesmo sem ter à disposição Neymar com regularidade durante as eliminatórias, e após o time encerrar o torneio sul-americano com o seu pior desempenho desde o formato adotado para a Copa de 1998.
O goleiro Alisson ressaltou em coletiva que o aspecto determinante é a forma como a seleção chega ao torneio e afirmou que a chegada de Ancelotti mudou o ambiente, destacando a forte presença do comandante. Como jogador, Ancelotti disputou duas Copas do Mundo pela Itália, em 1986 e 1990, e foi auxiliar de Arrigo Sacchi na campanha de 1994, quando a Itália perdeu a final nos pênaltis para o Brasil.
Escalação e dúvidas
A estreia do Brasil no Grupo C terá o Marrocos como adversário, em partida que abre a chave que também tem Haiti e Escócia, com esses dois selecionados se enfrentando em Boston no mesmo dia. O atacante Raphinha afirmou que a preparação passou por períodos complicados, mas que a equipe chega em condições aceitáveis para o confronto inicial.
O time brasileiro encara incertezas defensivas — sofreu sete gols nos cinco jogos mais recentes — e terá desfalques por lesão: Rodrygo, Estêvão e Éder Militão estão fora. A presença de Neymar também é incerta: maior artilheiro da seleção com 79 gols, o jogador de 34 anos não atua desde 17 de maio por um problema na panturrilha direita. Sua convocação foi apontada como surpresa, já que não defende a seleção desde outubro de 2023, e sua participação contra o Marrocos é considerada improvável.
Oponente e contexto
O Marrocos, sensação da última Copa ao alcançar as semifinais no Catar, chega com nomes de destaque como Achraf Hakimi, Brahim Díaz e o goleiro Yassine Bounou, mas também sofreu baixas: o técnico Mohamed Ouahbi anunciou a perda por lesão do ponta Abde Ezzalzouli e do zagueiro Nayef Aguerd, este último experiente em uma defesa enfraquecida desde a aposentadoria do capitão Romain Saïss.
Imagem: Foto por MAURO PIMENTEL / AFP
O Brasil tentará retomar o caminho dos títulos após não vencer uma competição desde a Copa América de 2019. Pesquisa Quaest divulgada na quinta-feira indica que 35% dos brasileiros acreditam que a seleção conquistará a Copa, enquanto 56% acham que será necessário esperar mais tempo; os números representam melhora ante maio, quando 25% viam chance de título.
O MetLife Stadium, palco da estreia, também foi apontado como sede da final, marcada para 19 de julho.
Com informações de Gazetaesportiva

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6