A vitória da Argentina sobre o Egito, na terça-feira (6), garantiu ao país a única vaga sul-americana nas quartas de final da Copa do Mundo e deixou a região com o menor número de representantes no G8 desde 2002.

Com o triunfo argentino, a América do Sul passou a contar com apenas uma seleção viva no torneio, depois das eliminações do Brasil — derrotado pela Noruega — e da Colômbia, que foi eliminada pela Suíça nos pênaltis. Além do Brasil e da Colômbia, a edição contou com Equador, Paraguai e Uruguai entre os participantes sul-americanos.

Contexto histórico

O feito da Argentina é comparável ao ocorrido em 2002, quando o Brasil foi a única seleção sul-americana a chegar às fases finais do Mundial — naquele ano, a equipe liderada por Ronaldo, Ronaldinho e Rivaldo seguiu em frente enquanto os demais representantes da região foram eliminados. Desde então, a América do Sul vinha conseguindo ao menos duas equipes nas quartas: em 2006 e 2022 houve Brasil e Argentina; em 2018, o Brasil e o Uruguai; em 2014, Brasil, Argentina e Colômbia; e em 2010 Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

Composição das quartas

Ao entrar na fase com oito times, o Mundial passou a ter seis seleções europeias — França, Espanha, Suíça, Bélgica, Inglaterra e Noruega —, uma africana (Marrocos) e a única sul-americana restante, a Argentina. Os confrontos programados colocam França e Marrocos como abertura das quartas nesta quinta-feira (9); Espanha e Bélgica se enfrentam na sexta (10); e, no sábado (11), estão marcados Inglaterra x Noruega e Argentina x Suíça.

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Em uma edição que tem o maior número de participantes na história do torneio, a continuidade da Argentina destaca-se como o único representante continental entre os oito melhores times, encerrando antecipadamente a trajetória de outras seleções sul-americanas.

Com informações de Br.bolavip