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O Flamengo utiliza a semana sem jogos para ajustar a equipe antes das oitavas de final da Libertadores, mas o ambiente interno no CT está marcado por cobranças e desgaste, segundo apuração do ge.globo. A pressão aumentou após empates recentes e por conflitos que envolvem o diretor de futebol José Boto e o departamento médico do clube.

Os empates contra São Paulo e Internacional elevaram o nível de insatisfação. Além de ver o Palmeiras abrir vantagem na liderança do Brasileirão, membros do clube têm criticado a forma de atuação do time desde a chegada do treinador Leonardo Jardim.

Parte do departamento de futebol entende que o elenco ainda não assimilou por completo as ideias do técnico. A pausa provocada pela Copa do Mundo é apontada por dirigentes como um complicador: muitos atletas passaram quase dois meses com outras comissões técnicas e precisaram reiniciar processos de preparação ao retornar ao Flamengo.

Comissão técnica e departamento médico em atrito

A relação entre a comissão técnica e o departamento médico ganhou destaque nos bastidores. Há desconforto por prazos de recuperação que chegam a ser alterados, o que atrapalha o planejamento de treinamentos e escalações, segundo a reportagem.

Leonardo Jardim já demonstrou esse incômodo em entrevistas ao comentar situações de jogadores como Pulgar e Léo Ortiz. Quando retornos previstos atrasam, a comissão técnica precisa refazer a programação de trabalho e buscar alternativas para as partidas.

Bastidores do Flamengo têm clima de cobrança com desgaste de José Boto e tensão no departamento médico

Imagem: Divulgação

Diretor de futebol sob pressão

As críticas também recaem sobre José Boto. O diretor de futebol enfrenta resistência de parte do elenco e de funcionários por conta de seu perfil considerado frio e pela forma de conduzir o dia a dia do clube. Nos bastidores, avalia-se que o desgaste acumulado prejudica o ambiente de trabalho.

O Flamengo, por sua vez, busca recuperar o foco rapidamente, já que uma eliminação nas oitavas da Libertadores poderia aumentar ainda mais a pressão sobre o departamento de futebol e a comissão técnica.

Com informações de Br.bolavip