O calendário de pagamentos do Bolsa Família referente a fevereiro entra na última semana de repasses nesta segunda-feira (23). O cronograma prioriza, nessa etapa final, beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) de final 6 a 0, com os depósitos do mês sendo concluídos na sexta-feira seguinte.

Calendário de pagamentos do Bolsa Família em fevereiro 2025:

  • 12 de fevereiro: NIS final 1
  • 13 de fevereiro: NIS final 2
  • 18 de fevereiro: NIS final 3
  • 19 de fevereiro: NIS final 4
  • 20 de fevereiro: NIS final 5
  • 23 de fevereiro: NIS final 6
  • 24 de fevereiro: NIS final 7
  • 25 de fevereiro: NIS final 8
  • 26 de fevereiro: NIS final 9
  • 27 de fevereiro: NIS final 0

Previsão para 2026

A previsão de calendário para os pagamentos ao longo de 2026 está distribuída conforme as seguintes faixas mensais:

  • Janeiro: de 19/01 a 30/01;
  • Fevereiro: de 12/02 a 27/02;
  • Março: de 18/03 a 31/03;
  • Abril: de 16/04 a 30/04;
  • Maio: de 18/05 a 29/05;
  • Junho: de 17/06 a 30/06;
  • Julho: de 20/07 a 31/07;
  • Agosto: de 18/08 a 31/08;
  • Setembro: de 17/09 a 30/09;
  • Outubro: de 19/10 a 30/10;
  • Novembro: de 16/11 a 30/11;
  • Dezembro: de 10/12 a 23/12.

Quem recebe e valores

Segundo dados de dezembro de 2025, o Bolsa Família atende cerca de 18,7 milhões de famílias, totalizando aproximadamente 48,92 milhões de pessoas. O desembolso mensal do governo federal gira em torno de R$ 12,7 bilhões.

O benefício básico é de no mínimo R$ 600 por família, com acréscimos possíveis conforme a composição do grupo familiar. Entre os complementos, há o Benefício Variável Familiar Nutriz, que concede seis parcelas de R$ 50 para mães de bebês de até seis meses; um adicional de R$ 50 para gestantes e para famílias com filhos de 7 a 18 anos; e um complemento de R$ 150 para famílias com crianças de até seis anos.

No mês de dezembro de 2025, o valor médio do benefício por domicílio foi de R$ 691,37, conforme o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

Regras de elegibilidade

A regra principal para integrar o programa é ter renda familiar mensal de até R$ 218 por pessoa. Para verificar a renda per capita, soma-se a renda total da família e divide-se pelo número de integrantes; se o resultado for inferior a R$ 218, a família atende ao critério de renda do programa.

Como exemplo citado, se um membro da família recebe um salário mínimo de R$ 1.518 e a família é composta por sete pessoas, a renda por pessoa fica em R$ 216,85, o que a enquadraria no limite estabelecido.

Imagem: Lyon Santos/ MDS

Além do critério de renda, os beneficiários devem cumprir condições como manter crianças e adolescentes matriculados e frequentando a escola, realizar acompanhamento pré-natal no caso de gestantes e manter as vacinas em dia.

Como se cadastrar e sacar

A inclusão no Bolsa Família depende de inscrição no Cadastro Único (CadÚnico), realizada nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) das prefeituras. Estar no CadÚnico é requisito, mas não garante automaticamente a concessão do benefício, que será avaliado.

O saque dos valores pode ser feito pelo aplicativo Caixa Tem, sem necessidade de ir até a agência da Caixa Econômica Federal. Os beneficiários também podem usar o cartão virtual do Caixa Tem para compras por débito, além de sacar em terminais de autoatendimento, casas lotéricas, correspondentes bancários e nos caixas das agências.

O calendário segue a ordem de final do NIS para organizar os pagamentos e concluir os depósitos previstos para o mês.

Com informações de Infomoney