Transmissão: Band

Uma campanha de phishing dirigida a usuários do LinkedIn vem empregando notificações falsas para sequestrar contas e obter credenciais e informações profissionais, segundo análise do Cofense Phishing Defense Center.

De acordo com o relatório, os criminosos remetem e-mails que reproduzem o visual de alertas legítimos da rede profissional, usando fontes, cores e elementos gráficos semelhantes aos do LinkedIn. A mensagem informa que um representante de uma empresa de renome enviou uma mensagem urgente sobre uma oportunidade de negócio, induzindo a vítima a clicar nos botões presentes no corpo do e-mail.

Como funciona o golpe

A tática de engenharia social inclui detalhes destinados a reduzir a atenção do usuário, como a presença de texto em língua chinesa para simular um possível parceiro comercial. Os golpistas também adotam domínios falsos que imitam visualmente endereços legítimos da plataforma, o que pode confundir até usuários mais cautelosos.

Ao acionar qualquer botão do e-mail, a vítima é redirecionada para uma página de login fraudulenta cuja URL contém o termo inedindigital. Essa página copia cores e elementos do LinkedIn para transmitir a sensação de segurança e coletar as credenciais inseridas.

Quando o usuário digita seu nome de usuário e senha no formulário falso, os invasores capturam imediatamente as informações, permitindo o acesso às contas da rede. Com esse acesso, os criminosos podem explorar dados pessoais e sigilosos relacionados a atividades corporativas, incluindo nomes de usuários e senhas.

Imagem: Aidin Geranrekab/Unsplash

O Cofense alerta que a combinação de design convincente, uso de domínios semelhantes e o apelo de uma mensagem urgente aumenta a efetividade do ataque, facilitando a infiltração em perfis profissionais e o consequente roubo de dados.

A operação evidencia a importância de checar URLs e a origem das notificações antes de informar qualquer credencial, especialmente em comunicações que anunciem oportunidades de negócio ou solicitações inesperadas.




As investigações continuam, e o caso foi divulgado por meio de análise especializada do Cofense Phishing Defense Center.

Com informações de Canaltech