Carregadores de celular mantidos na tomada continuam consumindo energia em modo ocioso, segundo análise citada pela reportagem. O consumo residual, conhecido como energia em espera, varia entre 0,1 e 0,5 watt por unidade, de acordo com a fonte apontada.
O que acontece
Mesmo sem um aparelho conectado, os componentes internos dos carregadores permanecem ativos e prontos para fornecer energia imediatamente ao detectar um dispositivo. Esse funcionamento em prontidão gera um consumo contínuo, embora reduzido, que não desaparece enquanto o equipamento permanecer plugado.
Quanto isso pesa na conta
Embora o gasto por carregador seja pequeno, ele não é nulo. A análise citada indica que, dependendo da quantidade de carregadores e de outros aparelhos em espera em uma residência, o impacto anual pode chegar a alguns dólares por equipamento. Em casas com múltiplos pontos de carregamento — celulares, tablets e consoles portáteis, por exemplo — o efeito se acumula e eleva o consumo total.
Outros aparelhos em espera
O fenômeno não se limita a carregadores. Computadores, videogames, televisores, micro-ondas e cafeteiras mantêm níveis de consumo quando aparentemente desligados. Segundo os dados mencionados, essa categoria de consumo em espera pode representar entre 5% e 10% do uso total de energia de uma residência, dependendo do perfil de consumo dos moradores.
Como reduzir o desperdício
Entre as medidas apontadas para mitigar esse tipo de gasto estão a substituição por carregadores mais eficientes, que apresentam menor consumo em modo ocioso, e o uso de tomadas inteligentes capazes de interromper o fornecimento quando o aparelho não está em uso. A prática simples de retirar o carregador da tomada após o uso também reduz o desperdício.
Imagem: Divulgação
Além disso, a verificação periódica dos equipamentos pode ajudar: desgaste, superaquecimento ou falhas de conexão têm potencial para aumentar o consumo ou comprometer a eficiência dos carregadores e de outros aparelhos.
O problema do consumo em espera é discreto por origem, mas tende a se tornar relevante quando vários dispositivos ficam permanentemente conectados à rede elétrica da casa.
Com informações de Olhardigital

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6