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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) realizou, nesta segunda-feira, a terceira reunião com clubes da Primeira e da Segunda Divisão para avançar na criação de uma liga e aprovou um conjunto de novas regras que passam a valer de imediato em todas as divisões do Campeonato Brasileiro, na Copa do Brasil e na Série A1 do feminino.
Segundo o acordo firmado entre as equipes, a maior parte das medidas já vinha sendo aplicada na Copa do Mundo de 2026. Entre as mudanças estão a possibilidade de revisão por VAR de situações que resultem em expulsão por segundo cartão amarelo e a adoção do chamado “Protocolo Vini Jr.”, que prevê cartão vermelho direto para jogadores que cobrem a boca durante discussões em campo.
Novas regras
- Cinco segundos para arremesso lateral: a contagem começa no momento em que o jogador segura a bola.
- Cinco segundos para cobrança de tiro de meta: o árbitro dará o apito e contará cinco segundos; ultrapassar esse prazo pelo goleiro resultará em escanteio para o adversário.
- Dez segundos para saída do campo em substituições: o atleta substituído deve deixar o gramado pelo ponto mais próximo de maneira rápida, sem caminhar lentamente.
- Um minuto fora após atendimento: jogador atendido em campo deverá permanecer fora por um minuto.
- Após atendimento ao goleiro, um jogador de linha sai por um minuto: técnico ou capitão indicará quem cumprirá o minuto fora.
- Somente o capitão fala com o árbitro: haverá um único interlocutor por equipe durante a partida.
- Protocolo Vini Jr. — cobrir a boca gera vermelho: tapar intencionalmente a boca ao discutir com adversário passará a ser motivo de expulsão direta.
- VAR para checar segundo cartão amarelo: o cartão que resulta em expulsão por acúmulo passa a ser revisável pelo árbitro de vídeo.
- VAR para escanteio concedido por erro (aprovado para 2027): revisão será permitida quando a falha resultar diretamente em gol ou em pênalti.
O presidente da CBF, Samir Xaud, afirmou que a reunião segue a prática de diálogo da gestão e marcou o início de uma série de cinco encontros para discutir o novo regulamento e a implementação de regras testadas no Mundial de 2026. O diretor de Arbitragem, Netto Góes, explicou que o pacote de medidas surgiu a partir de estudos sobre interrupções de jogo e que há potencial para recuperar mais de seis minutos de bola rolando por partida.
Imagem: Luciana Vermell / CBF
A entidade também anunciou que a área de arbitragem terá investimento de R$ 200 milhões entre 2026 e 2027 para padronização de critérios e capacitação dos árbitros, com o objetivo declarado de reduzir interrupções e tornar as partidas mais fluidas.
Com informações de Gazetaesportiva

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6