O grupo Turma do Pagode lançou em 4 de fevereiro de 2026 o álbum ao vivo Turma canta Zeca Pagodinho, registrado em 17 de novembro de 2025 no Bar do Zeca Pagodinho, na zona oeste do Rio de Janeiro, em homenagem ao 67º aniversário de Zeca Pagodinho e celebrando o calor e a espontaneidade das rodas de samba.

Produção e estilo

A gravação foi realizada em uma roda de samba com direção de Rildo Hora, produtor histórico de Zeca, que aparece tocando gaita em “Ogum”. A sonoridade percussiva típica da Turma do Pagode ganha realce com o banjo de Caramelo, o cavaco de Marcelinho TDP e o violão de Leandro Filé.

O álbum reúne 34 músicas distribuídas em 20 faixas, incluindo dez medleys que unem sambas afins para reforçar a sensação de estar em uma roda ao vivo.

Repertório e participações

Além dos clássicos de Zeca, o grupo incluiu uma faixa inédita, “Pedindo a conta”, parceria de Leandro Filé e Rosyl (2025), com participação do próprio Zeca.

No repertório, brilham pérolas como “Nega dadivosa” (1997) e “O sol e a brisa” (1988), esta última com participação de Mauro Diniz. O neto de Zeca, Noah, de 15 anos, também aparece cantando “Lama nas ruas”.

O homenageado se junta à Turma no medley que une “Não sou mais disso” (1996) e “Mania da gente” (1990), reforçando a conexão entre intérprete e celebridade.

Imagem: Divulgação

Desempenho no streaming

O lançamento musical está disponível em plataformas como Spotify e YouTube, com playlists dedicadas e clipes que reforçam a presença digital do grupo.

Nos primeiros dias, o álbum ultrapassou marca significativa de streaming, confirmando a força do pagode romântico paulista em meio à cena urbana.

Conexão com a cultura urbana

Com linguagem fiel aos quintais cariocas, o disco flui com leveza e improvisação, elementos valorizados no Carnaval e nas festas populares.

Para mais detalhes sobre a gravação e a ambientação do Bar do Zeca Pagodinho, confira a reportagem de Mauro Ferreira em G1 Pop & Arte.