Nesta terça-feira (31 de março de 2026) é celebrado o Dia do Backup, data dedicada a alertar sobre os riscos de perda de dados em dispositivos e a importância de manter cópias de segurança atualizadas.
Por que fazer backup
Furtos, roubos, falhas em dispositivos de armazenamento e ataques por vírus estão entre os eventos que podem provocar perda de arquivos. Por isso, especialistas recomendam reservar rotina para criar cópias de segurança, preferencialmente em mais de um local.
Marcelo Rodrigues, country manager da Commvault, afirmou que proteger dados é também proteger o futuro, destacando a relevância de políticas de backup consistentes.
Alta nos preços de armazenamento
Em 2026, usuários enfrentam aumento no custo de dispositivos de armazenamento em função da crise nas memórias RAM e da elevada demanda por parte de empresas de inteligência artificial (IA). A pressão levou fabricantes a priorizarem chips voltados para IA destinados a data centers, reduzindo a oferta de memórias tradicionais e elevando preços.
Há relatos de modelos de SSDs portáteis que custavam cerca de R$ 700 há alguns meses e hoje chegam a R$ 2,4 mil, um aumento de 238%.
Onde e como armazenar
A nuvem é apontada como opção acessível e segura. Serviços como Google One, Apple iCloud e Microsoft OneDrive estão entre as alternativas. Um plano de 2 TB do Google One custa R$ 49,99 mensais, cerca de R$ 430 ao ano. O OneDrive oferece planos de até 6 TB, com mensalidades entre R$ 12 e R$ 60 e preços anuais entre R$ 119 e R$ 599. Alguns serviços também disponibilizam camadas gratuitas, geralmente com média de 15 GB.
Os provedores de nuvem oferecem funcionalidades como criptografia de ponta a ponta, imutabilidade de dados (evitando alterações ou exclusões por agentes maliciosos) e restauração granular, que permite recuperar arquivos ou sistemas inteiros em minutos. Entretanto, esse modelo depende de conexão estável; grandes volumes podem aumentar o tempo de upload ou provocar erros de carregamento.
Complementarmente, discos externos (SSD, HD) e cartões microSD são opções físicas com capacidades que variam de 64 GB a 16 TB. Para referência, 1 TB (1.000 GB) comporta, segundo fabricantes, cerca de 250 mil músicas, até 60 horas de vídeo e 160 mil fotos.
Imagem: Divulgação
Recomendações práticas
É aconselhável configurar backup automático das pastas mais usadas — área de trabalho, documentos e fotos — e manter uma rotina de salvamento tanto na nuvem quanto em disco externo. Especialistas sugerem ter pelo menos três cópias dos dados, em dois tipos diferentes de mídia, sendo uma armazenada fora do dispositivo principal, para reduzir riscos.
Profissionais da área ressaltam que eficiência no backup depende de frequência, tecnologia e priorização dos dados; constância e testes regulares transformam backup em garantia para minimizar indisponibilidade e prejuízos.
Sobre mídias, SSDs oferecem maior velocidade e menor risco de dano por não terem partes móveis, normalmente com até 4 TB e preço mais alto; HDs entregam maior capacidade (até cerca de 16 TB) a custo inferior, porém com transferências mais lentas e, em alguns modelos, necessidade de fonte externa. Para celulares de entrada e intermediários Android, cartões microSD entre 16 GB e 512 GB são opção viável, desde que o aparelho possua slot compatível.
Entre ofertas destacadas estão um SanDisk SSD portátil de 1 TB com preços próximos a R$ 817,90–R$ 878,00, HD Externo Toshiba 1 TB por R$ 434,38 e cartões microSD como o de 128 GB por R$ 169,26 e o Sandisk Extreme Pro 512 GB com preço promocional de R$ 570,04 (de R$ 669,03).
Com informações de Olhardigital

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6