Um eclipse solar anular será observado em diferentes pontos do hemisfério Sul em meados de fevereiro. O fenômeno, conhecido popularmente como “anel de fogo”, será visível parcialmente em várias regiões e, em sua forma anular completa, poderá ser visto apenas sobre a Antártica.
O que ocorrerá e como ocorre
O evento é um eclipse solar anular, quando a Lua se posiciona entre o Sol e a Terra e não cobre totalmente o disco solar. Nessa configuração, a Lua bloqueia o centro do Sol, deixando à vista uma borda brilhante em forma de anel — o chamado “anel de fogo”.
Em termos básicos, um eclipse acontece quando um corpo celeste passa à frente de outro, bloqueando parte ou a totalidade da luz. No caso do eclipse anular, a aparente menor dimensão angular da Lua em relação ao Sol faz com que reste um contorno luminoso da estrela.
Quando e onde será observado
Segundo a plataforma de climatologia e meteorologia espacial Time And Date, o eclipse será registrado na próxima terça-feira (17) de fevereiro, entre 06h56 e 11h27, no horário de Brasília. A passagem poderá ser observada no sul da África, no sul da América do Sul, nas águas dos oceanos Pacífico, Atlântico e Índico, e também na Antártica.
No entanto, apenas sobre a Antártica a Lua se alinhará de forma a produzir o anel completo, com a Lua centralizada no disco solar e contornada por um círculo brilhante. Nas demais áreas citadas, o fenômeno será parcial, com diferentes proporções de cobertura do Sol dependendo da localização do observador.
Tipos de eclipse solar
Dependendo da posição e da distância entre a Lua e a Terra, eclipses solares podem ocorrer em três modalidades principais:
Imagem: Imagem gerada por IA/Gemini
- Total: a Lua cobre completamente o Sol;
- Parcial: a Lua cobre apenas parte do Sol;
- Anular: a Lua cobre o centro do Sol, deixando uma borda brilhante visível.
O anel que dá nome ao eclipse anular é o resultado direto da geometria entre os astros e da fase lunar no momento do alinhamento, sem alteração na natureza do Sol ou da Lua.
O evento poderá ser acompanhado por observadores em várias regiões do globo conforme os horários locais de visibilidade e as condições meteorológicas no momento.
Com informações de Olhardigital

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6