Argentina sobe para o top 10 dos piores países para trabalhar sob o governo de Milei

Relatório internacional aponta piora e descreve a América Latina como a região mais hostil aos direitos trabalhistas

A Confederação Sindical Internacional colocou a Argentina entre os dez países com as piores condições laborais do planeta. É a primeira vez que o país figura nesse seleto grupo. O órgão internacional também registrou um segundo ano consecutivo de retrocesso nas garantias aos trabalhadores, destacando um contexto de crescente pressão sobre organizações sindicais.

Repressão sindical, declínio contínuo e o que isso significa para os trabalhadores

O documento traça um cenário de deterioração: sindicatos relatam intimidação e restrições práticas ao seu trabalho. A análise aponta que medidas recentes e a linguagem política contribuem para um ambiente mais adverso. Para a região, a Confederação identifica a América Latina como a mais insensível a direitos laborais entre as avaliadas, com vários países em tendência de piora.

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