Emily Blunt recusou recurso digital em Dia D e gravou a cena mais perturbadora do filme

Em Hot Ones, a atriz disse ter escolhido sons reais — cliques, sussurros e respirações captados ao vivo

Durante sua participação no Hot Ones, Emily Blunt revelou que uma das sequências mais angustiantes de Dia D foi construída a partir de sua própria voz e respiração, sem recorrer a recursos digitais prontos. No trecho de cerca de quatro minutos, a meteorologista Margaret Fairchild passa a emitir ruídos que tomam uma transmissão ao vivo; segundo a atriz, havia alternativas técnicas, mas ela preferiu experimentar timbres e sons reais para manter a veracidade da cena.

Do microfone ao cinema: o processo que virou destaque

Blunt foi a única responsável pelos cliques, suspiros e sussurros que o público verá: dois microfones captaram sua performance em loop, e o designer de som usou esse material como base para polir a sequência. A postura da atriz contrasta com a tendência de estúdios que têm ampliado o uso de ferramentas digitais, e tem sido apontada como um dos motivos pelos quais a atuação dela vem sendo elogiada nas primeiras exibições. Críticos de veículos como Gizmodo e Collider já destacaram Dia D como um retorno vigoroso de Steven Spielberg — o longa estreia em 11 de junho.

Imagem: Divulgação