Pistas escondidas no clipe de Ariana Grande que mudam a leitura do vídeo
Pequenos detalhes na estética e nos objetos indicam o início de uma nova era
O clipe de “hate that i made you love me” começa direto e não perde tempo: em poucos instantes a imagem já entrega referências que passam despercebidas na primeira reprodução. Dirigido por Christian Breslauer, o vídeo funciona como abertura visual do período ligado ao álbum petal, que chega em julho. Na cena da lanchonete, o crachá de Ariana surge com a palavra petal e, instantes depois, troca para freak — um movimento curto, mas carregado de significado, que pode apontar para um próximo single ou para uma das faixas do disco.
Caixas, rótulos e mensagens: o clipe fala com quem observa
Em outra sequência, atriz e cantora aparece cercada por caixas com inscrições que evocam memórias que não foram ditas, feridas antigas e figuras que assustam — imagens que reverberam com a letra e a tensão entre a vida pública e a intimidade. A faixa, criada em parceria com Ilya e Max Martin, tem a cantora descrevendo-a como uma composição especialmente importante em sua trajetória. No lançamento, a música somou 8,7 milhões de streams no Spotify no primeiro dia, estreando no topo da parada global da plataforma e mantendo posição de destaque desde então. Mais do que estética, o clipe entrega pequenos sinais narrativos: são esses recortes que transformam cenas aparentemente simples em peças de um quebra‑cabeça maior sobre fama, conflito e exposição.
Imagem: Divulgação

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6