Quem: Juliana Davoglio Estradioto, estudante de 18 anos natural de Osório, no Rio Grande do Sul.

O que aconteceu: A jovem desenvolveu um material biodegradável a partir de resíduos agrícolas — especificamente cascas de maracujá e de macadâmia — e recebeu reconhecimento internacional, incluindo a vitória em um prêmio mundial de ciência e a homenagem de ter um asteroide batizado com seu nome.

Quando e onde: A pesquisa teve início durante o ensino médio e levou Juliana a participar de feiras científicas no Brasil e nos Estados Unidos, ampliando sua visibilidade além do país.

Como: O projeto consiste na transformação de subprodutos agrícolas em um material com propriedades biodegradáveis. A iniciativa conecta práticas de sustentabilidade com técnicas de biotecnologia e ações de divulgação científica, áreas que compõem a trajetória da estudante.

Por que tem relevância: Ao aproveitar resíduos que normalmente seriam descartados, o trabalho aponta para alternativas mais sustentáveis na gestão de resíduos agrícolas e na produção de materiais com menor impacto ambiental. Esse foco em sustentabilidade e inovação científica foi determinante para o reconhecimento recebido por Juliana em eventos nacionais e internacionais.

Imagem: Divulgação

A trajetória da estudante — iniciada no ambiente escolar e estendida a competições e exposições científicas fora do país — culminou em premiação de alcance mundial e na distinção astronômica que imortalizou seu nome em um asteroide. O caso ilustra a possibilidade de projetos escolares alcançarem projeção global quando unem pesquisa aplicada e temas de interesse público, como o aproveitamento de resíduos e a promoção da ciência.





Com informações de Clickpetroleoegas