Um estudo recente sobre a percepção de músicos em relação à economia do streaming foi realizado pelo Oxford Internet Institute em parceria com pesquisadores da Universidade de Groningen, na Holanda. A pesquisa, divulgada em 13 de abril de 2026, ouviu 1.200 músicos com o objetivo explícito de olhar além dos mercados dos Estados Unidos e do Reino Unido.

O que foi feito: os pesquisadores aplicaram um inquérito junto a 1.200 artistas para mapear opiniões e experiências relacionadas ao modelo econômico do streaming musical. Segundo os autores, o relatório buscou deliberadamente destacar realidades em contextos diferentes daqueles normalmente cobertos por estudos centrados em EUA e Reino Unido.

Onde vieram as respostas: entre os países mencionados nas respostas estão a Holanda, a Nigéria e a Coreia do Sul, além de outros locais que compõem o recorte internacional do levantamento. O título do relatório indica que o estudo abrangeu cinco países, enfatizando uma perspectiva comparativa entre diferentes mercados de música digital.

Quem conduziu: o levantamento foi coordenado pelo Oxford Internet Institute e por pesquisadores afiliados à University of Groningen, instituições acadêmicas reconhecidas por estudos sobre internet, sociedade e economia digital.

Foco da investigação: o trabalho concentra-se nas visões dos próprios músicos sobre o funcionamento do ecossistema de streaming — frequentemente descrito na cobertura como um “paradoxo” por combinar ampla distribuição com desafios à remuneração de artistas. O relatório busca registrar percepções dos músicos que atuam em países fora dos tradicionais centros de indústria musical.

Imagem: Divulgação

Divulgação: a matéria sobre o estudo foi publicada originalmente no site Music Ally, que repercutiu os resultados e o alcance internacional da pesquisa.

O relatório amplia a compreensão sobre como profissionais da música em diferentes contextos nacionais enxergam os efeitos do streaming em suas carreiras e renda.

Com informações de Musically