Universidade de Manchester liga vapor de etanol ao mistério do navio fantasma

Quem: pesquisadores da Universidade de Manchester.

O que: um experimento científico publicado em abril de 2026 indica que uma deflagração de vapor de etanol no porão pode explicar o abandono do bergantim conhecido como Mary Celeste.

Quando: o estudo foi publicado em abril de 2026; o navio foi encontrado à deriva em dezembro de 1872.

Onde: o bergantim foi achado intacto a leste dos Açores, no oceano Atlântico.

Como: segundo o relatório, uma deflagração envolvendo vapor de etanol no porão do navio mercante teria sido suficiente para levar à evacuação da embarcação. O experimento reproduziu as condições consideradas relevantes para a hipótese e relaciona o fenômeno químico ao abandono do navio.

Por que: a publicação aponta que o episódio químico no porão é capaz de oferecer uma explicação para o fato de a tripulação ter deixado o Mary Celeste, apesar do bergantim ter sido encontrado em condições externas aparentemente intactas.

Imagem: Mary Celeste navio fantasma encontrado à deriva no Atlântico em 1872

O Mary Celeste tornou‑se célebre como um “navio fantasma” desde que foi descoberto à deriva no Atlântico em dezembro de 1872. A nova hipótese, trazida pelo experimento da Universidade de Manchester, coloca o foco em um evento físico‑químico no interior da embarcação — especificamente, uma deflagração de vapor de etanol no porão — como elemento central para entender o abandono da tripulação.

O estudo, publicado em abril de 2026, apresenta resultados experimentais que, segundo os autores, sustentam a possibilidade de que a deflagração tenha ocorrido nas condições esperadas para aquele tipo de cargueiro e carga. A pesquisa busca oferecer uma explicação plausível para um dos mistérios marítimos mais discutidos desde o fim do século XIX, ao relacionar um fenômeno químico a um comportamento humano observado no episódio histórico.





Novos detalhes sobre os procedimentos experimentais, amostras ou dados específicos constam da publicação da Universidade de Manchester divulgada em abril de 2026.

Com informações de Clickpetroleoegas