O Centro Cultural do Tribunal de Contas da União (TCU) entra na fase final da mostra “Línguas africanas que fazem o Brasil”, aberta à visitação até 18 de janeiro, em Brasília. A exposição destaca a influência das línguas de matrizes africanas na formação do português falado no país e convida o público a refletir sobre pertencimento, memória e identidade nacional.
Visitação diária
O espaço funciona todos os dias, inclusive fins de semana, das 9h às 18h. A entrada é franca. Instalada no Setor de Clubes Sul, Trecho 3, a mostra foi concebida pelo Museu da Língua Portuguesa de São Paulo e combina recursos sensoriais, históricos e sonoros para evidenciar como palavras de origem africana permeiam o cotidiano, a cultura e as formas de expressão brasileiras.
Programação educativa de verão
Para ampliar a experiência do público, o Centro Cultural TCU oferece uma série de oficinas gratuitas durante o mês de janeiro. As atividades ocorrem no Espaço Aberto e fazem parte da programação de verão do Programa Educativo da instituição.
As oficinas são realizadas aos sábados e domingos em dois turnos — 10h às 12h e 15h às 17h — com vagas distribuídas por ordem de chegada. Entre as propostas estão poesia visual, estamparia inspirada em padrões africanos, produção de móbiles, criação de amuletos a partir de palavras e sessões de contação de histórias, contemplando diferentes faixas etárias.
Incentivadores e parceiros
A iniciativa tem patrocínio do Banco do Nordeste, apoio do Sindilegis e produção da Automatica Produtora. A concepção é assinada pelo Museu da Língua Portuguesa, ligado à Secretaria da Cultura de São Paulo.
Imagem: Divulgação
Serviço
Exposição: Línguas africanas que fazem o Brasil
Período: diariamente até 18 de janeiro
Horário: 9h às 18h
Local: Centro Cultural TCU — Setor de Clubes Sul, Trecho 3, Brasília (DF)
Entrada: gratuita
Oficinas: sábados e domingos, 10h às 12h e 15h às 17h, sem necessidade de inscrição prévia
Quem ainda não conferiu a exposição ou deseja retornar para uma vivência mais aprofundada tem apenas mais algumas semanas para aproveitar o percurso sensorial e participar das atividades educativas que valorizam as raízes africanas presentes no idioma e na cultura brasileiras.
Com informações de Jornaldorap

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6