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A Fifa avaliará se manterá as pausas obrigatórias para hidratação implementadas na Copa do Mundo de 2026, afirmou Arsène Wenger, chefe de Desenvolvimento Global do Futebol da entidade, neste sábado (18). A declaração ocorreu em coletiva realizada na véspera da final entre Espanha e Argentina.
Para o Mundial deste ano, a entidade passou a inserir intervalos de três minutos na metade de cada tempo em todas as partidas, independentemente das condições climáticas e mesmo quando os jogos são disputados em estádios cobertos. A medida teve intenção oficial de proteger a integridade física dos atletas, segundo a Fifa.
Wenger reconheceu que a mudança não recebeu apoio unânime e disse que será necessário analisar o impacto da regra após o término do torneio. Ele afirmou que, embora não tenha percebido alteração nos resultados esportivos, a organização decidirá a continuidade do formato com base nas conclusões pós-Copa.
A aplicação universal das pausas — definida antes da abertura do Mundial — gerou críticas de parte do público e de observadores, que apontaram insatisfação em partidas realizadas em arenas com cobertura ou em clima ameno. Houve também interpretações de que as interrupções poderiam servir para incrementar receitas com publicidade, ponto citado por críticos do procedimento.
No início do torneio, o técnico da seleção espanhola, Luis de la Fuente, defendeu o uso das pausas ao enfatizar a necessidade de preservar os jogadores em competições que muitas vezes ocorrem sob temperaturas elevadas. De la Fuente ressaltou que os intervalos possibilitam um breve repouso para recuperar o esforço físico e seguir competindo em alto nível.
Imagem: Foto por JUSTIN SETTERFIELD / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP
Além do tema das pausas de hidratação, Wenger comentou sobre a ampliação do formato da Copa do Mundo de 32 para 48 seleções. Ele avaliou o novo desenho como um sucesso e afirmou que, apesar das dúvidas levantadas antes do início, era eticamente correto oferecer oportunidade a mais equipes.
O posicionamento de Wenger indica que a Fifa concluirá uma revisão sobre o assunto após o Mundial, avaliando aceitação e efeitos práticos das pausas antes de decidir sobre sua manutenção em edições futuras.
Com informações de Gazetaesportiva

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6