Rodrigo Oliveira, mais conhecido como Rodrigo GR6, é uma das figuras mais influentes do mercado musical brasileiro. Responsável pela carreira de artistas como MC Hariel e MC Livinho, ele tem acompanhado de perto a ascensão de diferentes gêneros musicais, como o trap e o funk.

Durante uma participação no podcast Bulldog Show, apresentado por Tuka Carvalho, Rodrigo foi questionado sobre uma das dúvidas mais frequentes do cenário atual: o trap veio para substituir o funk?

Funk e Trap: Rodrigo Oliveira revela se o trap pode substituir o funk
FOTO: Rodrigo Oliveira – GR6

A resposta foi direta:

“Eu acho que o trap veio muito forte durante um bom tempo, mas o funk é diferente, entendeu? Substituir o funk, eu acredito que não. Mas o trap é um grande movimento, um movimento bem posicionado, mais trabalhado do que o funk porque no funk é tudo muito rápido.”

Segundo o empresário, a forma de trabalho dos artistas de trap costuma ser mais estratégica:

“Se você pegar o trap, eles são mais posicionados, eles lançam poucas coisas, eles fazem uma parada mais com ‘carinho’… Não que o funk não faça. Mas o funk é muito forte.”

A fala de Rodrigo GR6 reforça o que muitos especialistas do mercado já observam: o trap e o funk podem coexistir, cada um com seu estilo, seu público e sua relevância cultural. Enquanto o trap aposta em lançamentos mais planejados e visuais cinematográficos, o funk mantém sua força nas comunidades, nos bailes, nas redes sociais e nas plataformas digitais com agilidade e impacto direto.

Funk ou trap: rivalidade ou complemento?

A discussão sobre a relação entre os dois gêneros não é nova, mas ganha força à medida que o trap se torna mais presente nas playlists brasileiras. Ainda assim, o funk continua sendo um dos principais ritmos do país, com milhões de ouvintes mensais e forte influência na moda, linguagem e comportamento da juventude.

Rodrigo GR6 acredita que a chave está na colaboração e na inovação, dois fatores que podem fazer tanto o trap quanto o funk se fortalecerem juntos.

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