A gestão coletiva de direitos autorais deixou de se limitar à arrecadação de royalties e ampliou seu escopo para incluir inovação em infraestrutura e prestação de serviços diretos, aponta matéria publicada em 24 de março de 2026 na série especial Music Ally Focus. O destaque desta segunda edição reúne contribuições de Julien Lefebvre, responsável pela área de inovação e pelo SACEM Lab.

Segundo o texto, a transformação na atuação das entidades de gestão coletiva passa pela incorporação de novas tecnologias e pela oferta de ferramentas voltadas a criadores e usuários, expandindo funções que tradicionalmente estavam associadas apenas à arrecadação e distribuição de receitas.

O artigo, parte da série especial do Music Ally Focus, explora como essa mudança de foco envolve tanto a modernização da infraestrutura disponível para registro e gestão de direitos quanto o desenvolvimento de serviços que atendam diretamente as necessidades de artistas e produtores. Nessas abordagens, o papel de laboratórios de inovação — como o SACEM Lab — surge como elemento central para testar e implementar novas soluções.

Julien Lefebvre, mencionado na cobertura como chefe de inovação e líder do SACEM Lab, é citado no contexto das iniciativas que visam aproximar as práticas de gestão coletiva das exigências tecnológicas e do ecossistema de criação contemporâneo. A matéria destaca, de maneira geral, a importância de aliar conhecimento setorial à experimentação tecnológica para que as entidades se mantenham relevantes aos seus públicos.

A publicação da série ressalta ainda que, neste cenário em evolução, a atuação das organizações coletivas tende a se diversificar, combinando funções administrativas e operacionais com atividades de pesquisa e desenvolvimento que sustentem novas ofertas de produtos e serviços.

Imagem: Efe

O conteúdo integra a segunda parcela da série especial do Music Ally Focus, que aborda as transformações em curso no setor de direitos autorais e nas estruturas que o sustentam.

Com informações de Musically