O Grupo Taking registrou em 2025 uma receita anual próxima de R$150 milhões, mesmo após um primeiro trimestre considerado o pior em 30 anos. A virada começou no segundo trimestre e se consolidou nos meses seguintes, sob a liderança direta do CEO Marco Romero.
No início do ano, a empresa enfrentou uma queda significativa no desempenho comercial e operacional. Para reverter o cenário, Romero decidiu retomar o comando da área comercial e revisar processos de execução de projetos. Segundo ele, a estratégia permitiu atingir entre 95% e 96% da meta comercial, além de superar as metas corporativas e gerar resultados financeiros positivos.
Expansão de carteira e foco no cliente
Com cerca de 1.000 colaboradores e aproximadamente 120 clientes ativos, o Grupo Taking reforçou seu posicionamento em 2025 ao atender empresas como Mondelez, Porto Seguro, HDI Seguros, Sabó, Universidade Cruzeiro do Sul e Yamaha. Entre os destaques, o projeto de Páscoa para a Mondelez foi considerado de alta criticidade, impulsionando a relação de confiança com o cliente.
O CEO atribui o sucesso ao equilíbrio entre atenção ao cliente e aumento da capacidade de entrega. Segundo ele, o time de execução alcançou ganhos de produtividade de até 400% nos últimos três anos. Esse avanço teria gerado uma “ciclagem positiva”, em que um projeto bem-sucedido facilita a abertura de novas demandas dentro da mesma conta.
Reinvestimento e tecnologia própria
Romero afirma que cerca de 80% do lucro é reinvestido no próprio negócio, o que resultou em aportes superiores a R$20 milhões em 2025. Para o próximo ano, a expectativa é elevar esses investimentos em até 15%, reforçando a infraestrutura e a capacidade de entrega.
Outro pilar de diferenciação é a inteligência artificial desenvolvida internamente, batizada de “Tate”. A ferramenta teria reduzido em até 60% o tempo de criação e especificação de novos produtos em comparação a métodos tradicionais. A partir da mesma base, foi criado o “Tate Recruit”, voltado a processos de seleção, que promete apresentar candidatos qualificados em poucos dias.
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Perspectivas para 2026
Para o ano que se inicia, o orçamento prevê crescimento de 35%. O CEO destaca a necessidade de adaptação a um ambiente macroeconômico mais desafiador e ao calendário marcado por feriados prolongados. A estratégia envolve a separação das equipes de prospecção e de desenvolvimento de contas, além de ajuste de foco setorial conforme as demandas de eficiência.
No cenário competitivo, o Grupo Taking mede forças com empresas como Stefanini, BRQ Digital Solutions e ACT Digital. Romero ressalta que a vantagem virá de entregar projetos com velocidade e precisão, aproveitando a IA onde gera retorno comprovado, sem substituição massiva de colaboradores.
Com a conclusão dos ajustes e o lançamento de novas soluções tecnológicas, o Grupo Taking encerra 2025 em posição de escala e com base sólida para manter o ritmo de crescimento nos próximos períodos.
Com informações de Brazileconomy

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6