Agenor de Miranda Araújo Neto nasceu em 4 de abril de 1958. Internamente chamado de Caju por familiares e amigos, ganhou destaque nacional como Cazuza, identificado como poeta, músico e crítico da realidade brasileira, cuja postura permaneceu atual ao ponto de incluir a frase “o futuro repetir o passado” entre suas visões.

Cazuza construiu uma obra marcada tanto por canções de amor e liberdade quanto por composições de protesto, combinando essas vertentes em sua produção artística. Seu primeiro disco solo, homônimo e posteriormente conhecido como Exagerado, mantém presença na memória do público, e a obra do artista segue sendo revisitada quatro décadas após o lançamento desse trabalho.

O cantor e compositor faleceu em 1990, mas seu legado continua vivo em iniciativas como a Exposição Cazuza Exagerado, que teve estreia no Rio de Janeiro e passou por São Paulo com centenas de objetos e lembranças relacionados à vida do artista, filho de Lucinha e João Araújo. Em 2025 foi lançado o documentário Cazuza: Boas Novas, que reúne depoimentos de amigos e parceiros musicais e aprofunda memórias ligadas ao músico.

Para marcar a trajetória do artista, a Rolling Stone Brasil preparou uma edição especial de colecionador dedicada a Cazuza. O material inclui discografia comentada, registros de homenagens recentes e entrevistas exclusivas com Lucinha Araújo, Frejat, Paulo Ricardo, Supla e Nilo Romero.

A edição especial está à venda por R$ 29,90 e tem distribuição nacional. A publicação pode ser adquirida na Loja Perfil, onde o exemplar é oferecido para todo o país.

Há 68 anos nascia Agenor de Miranda Araújo Neto, conhecido como Cazuza

Imagem: Divulgação

Além disso, a carreira e o legado de Cazuza continuam sendo tema de reportagens e projetos culturais que buscam preservar seu papel na história da música brasileira.

Com informações de Rollingstone