Ibovespa B3 registrou nova alta e manteve desempenho positivo na semana, com investidores avaliando indicadores macroeconômicos domésticos e externos. A referência do mercado acionário brasileiro avançou 0,87%, encerrando o pregão de quinta-feira (25) em 171.990,20 pontos.
O movimento foi influenciado pela divulgação do IPCA-15, a prévia da inflação oficial, que desacelerou para 0,41% em junho, ante 0,62% no mês anterior. Apesar da desaceleração mensal, a variação acumulada em 12 meses subiu para 4,80%, o maior patamar em oito meses.
Nicolas Gass, estrategista de investimentos e sócio da GT Capital, observou que o IPCA-15 ficou abaixo da mediana das projeções de mercado (0,44%) e apresentou arrefecimento em relação ao mês anterior. Segundo ele, esse conjunto de sinais, incluindo a desaceleração dos núcleos e do setor de serviços — indicadores observados pelo Banco Central para decisões de política monetária — foi visto como positivo de forma qualitativa.
Ibovespa hoje
No dia, o índice oscilou entre a máxima intradiária de 173.277,09 pontos e a mínima de 170.507,92 pontos. O volume financeiro negociado na B3 totalizou R$ 22,3 bilhões.
Dólar hoje
Após três sessões de alta, o dólar comercial recuou frente ao real, com os mercados repercutindo números econômicos do Brasil e dos Estados Unidos. Ao final do pregão, a moeda norte-americana caiu 0,47%, cotada a R$ 5,17.
Bolsas de Nova York
Nos Estados Unidos, indicadores econômicos trouxeram leituras mistas. O índice de preços PCE, a métrica preferida pelo Fed para orientar a política monetária, veio acima da meta de 2% em termos anuais, mas dentro do esperado para maio. O Produto Interno Bruto (PIB) final do primeiro trimestre de 2026 apresentou resultado mais forte do que as estimativas dos analistas norte-americanos.
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Em meio a esse cenário, o setor de tecnologia deu tom de maior aversão a risco nas bolsas de Nova York: o Dow Jones subiu 0,07%, o S&P 500 recuou 0,01% e o Nasdaq perdeu 0,46%.
A movimentação do dia refletiu a combinação de dados locais e externos, que influenciaram decisões de investidores sobre ativos de risco e câmbio.
Com informações de Borainvestir.b3

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6